Retrospectiva Brasileirão 2014: Sport!

O ano de 2014 não começou bem para o Leão da Praça da Bandeira. Após o acesso da Série B para a elite do futebol brasileiro, com o elenco ainda em formação, com poucas contratações e sob o comando de Geninho, dos 4 jogos disputados pela fase de grupos da Copa do Nordeste, o Sport tinha perdido dois e empatado dois. Ou seja, estava praticamente eliminado da competição. Com isso, Geninho foi demitido. As expectativas da torcida para aquele ano já não eram das melhores. E quem assumiria o cargo? Muitos nomes como Dorival Júnior, Cristóvão Borges e Guto Ferreira eram especulados. Alguns sites chegaram a cravar acertos com Caio Júnior e Jorginho Campos. Porém, o novo técnico seria um cara que praticamente ninguém conhecia. Para os dois jogos que faltavam, a diretoria leonina chamou o preparador físico, um tal de Eduardo Baptista(tendo o analista de desempenho Pedro Gama como auxiliar) para assumir interinamente o comando do time nos dois jogos que restavam do Nordestão. E ele surpreendeu bastante, fez o ninguém acreditava, fez o Sport ressurgir das cinzas, jogando um futebol moderno, competitivo e eficiente. Venceu o Náutico por 3 a 0 na Arena Pernambuco e o Botafogo-PB por 1 a 0 na Ilha do Retiro, classificando o rubro-negro  para a segunda fase do Nordestão. Também venceu dois jogos pelo Pernambucano e alcançou a marca de quatro vitórias consecutivas no comando interino do Leão. E aí? O que rolou? Eduardo, o filho do seu Nelsinho(sim, o próprio!), foi efetivado no cargo para conquistar a Copa do Nordeste(o que muitos duvidavam), o Campeonato Pernambucano e se tornar a maior revelação do futebol brasileiro no ano de 2014! Senta aqui no banco da frente que a gente te conta essa história!

Time-base do meteórico início de ano leonino, com dois títulos para um treinador de primeira viagem. Eduardo Baptista armou o Sport num 4-2-3-1 que se caracterizava pelo jogo reativo. Jogava no erro adversário, compactando-se atrás da linha da bola em duas linhas de quatro, fazendo encaixes curtos no setor dificultando a progressão adversária, chegada na grande área e encaixe do passe entre a segunda e a última linha. Tinha os wingers acompanhando os laterais adversários até a linha de fundo, enquanto que Aílton voltava com um volante para tirar a linha de passe do/com o mesmo e Neto Baiano fazia o para-brisa defensivo, pressionando os zagueiros e também auxiliando na marcação lá atrás, sendo um dos dois jogadores que marcava por zona na primeira trave nas cobranças de escanteios(no bolo da área marcação individual, assim como foi feito no Brasileirão), e também dando combate no primeiro volante adversário quando necessário. Era um time muito resistente fisicamente, que tinha dois volantes muito altos(Mancha com 1.89 e Páscoa com 1.90), fortes, com muita combatividade e poder de roubada de bola, que faziam muito bem as coberturas, compensações espaciais, perseguições/caças setoriais nos encaixes e que também tinham boa saída pro jogo, principalmente Ewerton Páscoa, que chegava como elemento surpresa na área pra concluir jogada, ocupava espaço vazio e fazia bem o box-to-box predominantemente pelo lado centro-direito. Rodrigo Mancha subia menos, mas um jogo onde se destacou bem nas chegadas ao ataque foi no primeiro jogo da final do Pernambucano contra o Náutico, aparecendo na diagonal do centro pro flanco esquerdo e buscando jogadas de fundo para balançar a linha defensiva adversária. A maior dificuldade da equipe era de proposição de jogo quando tinha espaços mais limitados, apesar de que tinha como uma de suas características essenciais a sabedoria para usufruir e aproveitar dos espaços que o adversário lhe dava. O meia-central do 4-2-3-1(Aílton) recuava bastante para a linha dos volantes para buscar jogo e trabalhar a posse na intermediária, Neto Baiano era mais fixo na área e buscava dar profundidade, prendendo os zagueiros adversários. O camisa 9 foi o goleador leonino no primeiro semestre, caracterizando-se pela sua força física, oportunismo e alta potência na finalização com a perna esquerda. Também chegou a se destacar em jogadas servindo como pivô, fazendo a parede nas situações em que Patric buscava o passe diagonal e fazia o mesmo movimento, já centralizando para concluir. Assim fez dois gols(nos 3x0 contra o Santa Cruz pelo Pernambucano e nos 2x0 do primeiro jogo da final contra o Náutico, além de um gol onde também entrou pelo meio na vitória por 2x0 contra o Porto em Caruaru). Outro jogador que cresceu muito de produção com Eduardo Baptista foi Renê(que estava na lista de dispensas no início do ano). Durante toda a temporada, se mostrou um lateral seguro defensivamente pelo lado esquerdo com o excelente e experiente zagueiro Durval e eficiente na parte ofensiva, com boa leitura de jogo, sabendo cadenciar quando necessário, tendo boa capacidade de chegada no fundo do campo e também criando situações interessantes quando fazia 1-2(jogada na qual Patric é mestre) ou cortava pra dentro, apesar de ter realizado esses movimentos poucas vezes. O ponto mais fraco do time era o zagueiro Ferron pelo lado direito. Mostrava-se muito bom no jogo aéreo ofensivo e defensivo, mas lento para fazer a cobertura do espaço diagonal nas costas de Patric(que acabava deixando esse espaço por vezes pelo ímpeto muito ofensivo) e também vulnerável no 1x1, com a tendência de vitória pessoal para o atacante adversário. Outros jogadores também foram importantes no primeiro semestre. Danilo(lateral-esquerdo que veio por empréstimo do América-MG) que não conseguiu a vaga de titular na sua posição de origem, mas quando entrou como winger pela esquerda, mais avançado, rendeu bem, dando boa dinâmica com Renê no setor, tendo boa mobilidade, além de velocidade e força física, e também com o gol na vitória por 2 a 0 contra o Ceará no primeiro jogo da final da Copa do Nordeste, num movimento típico de 4-2-3-1 onde ele(o ponta oposto ao lado da bola) fecha no facão diagonal pra área e aparece nas costas do lateral-direito adversário para concluir na segunda trave. O volante Wendel(que veio do Vasco) também teve sua importância pela qualidade para reter a bola e também pela versatilidade, chegando a atuar como winger esquerdo no 1x1 contra o Ceará na grande final do Nordestão em Fortaleza e também entrando no segundo tempo como meia-central em um dos jogos contra o Santa Cruz pelo Pernambucano. Além de Felipe Azevedo, que foi titular em muitos jogos e subiu de produção justamente com Eduardo e Rithely que pouco jogou mas fez um dos gols que classificou o Sport pra final do Nordestão chegando na área como surpresa e cabeceando, como é de sua característica. Jogadores como Leonardo e Renan Oliveira(que chegaram por empréstimo vindos do Atlético-MG) pouco jogaram nas primeiras competições do ano.  Compacto, inteligente, moderno e competitivo! Com esses 4 adjetivos, define-se o Sport do Eduardo Baptista no início do ano.

Time-base do meteórico início de ano leonino, com dois títulos para um treinador de primeira viagem. Eduardo Baptista armou o Sport num 4-2-3-1 que se caracterizava pelo jogo reativo. Jogava no erro adversário, compactando-se atrás da linha da bola em duas linhas de quatro, fazendo encaixes curtos no setor dificultando a progressão adversária, chegada na grande área e encaixe do passe entre a segunda e a última linha. Tinha os wingers acompanhando os laterais adversários até a linha de fundo, enquanto que Aílton voltava com um volante para tirar a linha de passe do/com o mesmo e Neto Baiano fazia o para-brisa defensivo, pressionando os zagueiros e também auxiliando na marcação lá atrás, sendo um dos dois jogadores que marcava por zona na primeira trave nas cobranças de escanteios(no bolo da área marcação individual, assim como foi feito no Brasileirão), e também dando combate no primeiro volante adversário quando necessário. Era um time muito resistente fisicamente, que tinha dois volantes muito altos(Mancha com 1.89 e Páscoa com 1.90), fortes, com muita combatividade e poder de roubada de bola, que faziam muito bem as coberturas, compensações espaciais, perseguições/caças setoriais nos encaixes e que também tinham boa saída pro jogo, principalmente Ewerton Páscoa, que chegava como elemento surpresa na área pra concluir jogada, ocupava espaço vazio e fazia bem o box-to-box predominantemente pelo lado centro-direito. Rodrigo Mancha subia menos, mas um jogo onde se destacou bem nas chegadas ao ataque foi no primeiro jogo da final do Pernambucano contra o Náutico, aparecendo na diagonal do centro pro flanco esquerdo e buscando jogadas de fundo para balançar a linha defensiva adversária. A maior dificuldade da equipe era de proposição de jogo quando tinha espaços mais limitados, apesar de que tinha como uma de suas características essenciais a sabedoria para usufruir e aproveitar dos espaços que o adversário lhe dava. O meia-central do 4-2-3-1(Aílton) recuava bastante para a linha dos volantes para buscar jogo e trabalhar a posse na intermediária, Neto Baiano era mais fixo na área e buscava dar profundidade, prendendo os zagueiros adversários. O camisa 9 foi o goleador leonino no primeiro semestre, caracterizando-se pela sua força física, oportunismo e alta potência na finalização com a perna esquerda. Também chegou a se destacar em jogadas servindo como pivô, fazendo a parede nas situações em que Patric buscava o passe diagonal e fazia o mesmo movimento, já centralizando para concluir. Assim fez dois gols(nos 3×0 contra o Santa Cruz pelo Pernambucano e nos 2×0 do primeiro jogo da final contra o Náutico, além de um gol onde também entrou pelo meio na vitória por 2×0 contra o Porto em Caruaru). Outro jogador que cresceu muito de produção com Eduardo Baptista foi Renê(que estava na lista de dispensas no início do ano). Durante toda a temporada, se mostrou um lateral seguro defensivamente pelo lado esquerdo com o excelente e experiente zagueiro Durval e eficiente na parte ofensiva, com boa leitura de jogo, sabendo cadenciar quando necessário, tendo boa capacidade de chegada no fundo do campo e também criando situações interessantes quando fazia 1-2(jogada na qual Patric é mestre) ou cortava pra dentro, apesar de ter realizado esses movimentos poucas vezes. O ponto mais fraco do time era o zagueiro Ferron pelo lado direito. Mostrava-se muito bom no jogo aéreo ofensivo e defensivo, mas lento para fazer a cobertura do espaço diagonal nas costas de Patric(que acabava deixando esse espaço por vezes pelo ímpeto muito ofensivo) e também vulnerável no 1×1, com a tendência de vitória pessoal para o atacante adversário. Outros jogadores também foram importantes no primeiro semestre. Danilo(lateral-esquerdo que veio por empréstimo do América-MG) que não conseguiu a vaga de titular na sua posição de origem, mas quando entrou como winger pela esquerda, mais avançado, rendeu bem, dando boa dinâmica com Renê no setor, tendo boa mobilidade, além de velocidade e força física, e também com o gol na vitória por 2 a 0 contra o Ceará no primeiro jogo da final da Copa do Nordeste, num movimento típico de 4-2-3-1 onde ele(o ponta oposto ao lado da bola) fecha no facão diagonal pra área e aparece nas costas do lateral-direito adversário para concluir na segunda trave. O volante Wendel(que veio do Vasco) também teve sua importância pela qualidade para reter a bola e também pela versatilidade, chegando a atuar como winger esquerdo no 1×1 contra o Ceará na grande final do Nordestão em Fortaleza e também entrando no segundo tempo como meia-central em um dos jogos contra o Santa Cruz pelo Pernambucano. Além de Felipe Azevedo, que foi titular em muitos jogos e subiu de produção justamente com Eduardo e Rithely que pouco jogou mas fez um dos gols que classificou o Sport pra final do Nordestão chegando na área como surpresa e cabeceando, como é de sua característica. Jogadores como Leonardo e Renan Oliveira(que chegaram por empréstimo vindos do Atlético-MG) pouco jogaram nas primeiras competições do ano. Compacto, inteligente, moderno e competitivo! Com esses 4 adjetivos, define-se o Sport do Eduardo Baptista no início do ano.

Time da estreia no Brasileirão com empate de 1x1 contra o Santos na Vila Belmiro. O Peixe entrou com alta intensidade na primeira etapa, marcando pressão avançada, dificultando a transição leonina da defesa para o ataque, buscando roubar alto pra sair em velocidade e tendo intensa movimentação no seu 4-2-3-1, com a centralização de Neilton para arriscar de fora da área, o volante Cícero chegando na frente, Leandro Damião dando profundidade, movimentando-se muito pra fazer pivô, tabelar, criar espaço e Gabriel também circulando bastante na intermediária, além das subidas do lateral-direito Cicinho que também tabelava e entrava em diagonal para se desmarcar de Wendel, que tinha dificuldades para acompanhá-lo. Já o Sport mantinha-se fiel à sua proposta. Tentava negar espaços sem a bola, mas não conseguia agredir o adversário. Com isso, buscava a valorização da posse de bola, circulando-a por meio de toques laterais e buscando esfriar o ritmo do jogo e de seu adversário. No segundo tempo, entrou com Rithely e Ananias nos lugares de Ewerton Páscoa e Wendel respectivamente. Rithely deu mais velocidade na transição defesa-ataque e Ananias melhorou a mobilidade pelo lado esquerdo junto com Renê, que passou a apoiar mais na transição ofensiva e levou perigo ao goleiro Aranha com um chute diagonal de fora da área. O Sport era superior e mais organizado naquele momento do jogo. Passava a jogar no campo adversário e encontrava mais espaços na intermediária ofensiva para progredir e acelerar a saída. O primeiro gol foi do Leão e saiu em jogada pela direita com Felipe Azevedo conquistando a vitória pessoal pra cima do lateral-esquerdo Mena e balançando a defesa santista. Um dos zagueiros saiu pra cobertura e o zagueiro oposto fechou com Ananias, que entrou em diagonal esquerda-área e jogou a isca pro zagueiro. O lateral-direito Cicinho não fechou na cobertura por dentro e Neto Baiano projetou-se justamente naquele espaço entre o zagueiro central e o lateral oposto ao flanco da bola para receber o cruzamento e mandar para as redes. Depois do gol, o Sport intensificou sua proposta reativa, porém, acabou sofrendo o empate em um gol muito duvidoso(muitos reclamaram de impedimento no lance) marcado por Gabriel. A estratégia de Eduardo Baptista foi muito feliz, apesar do placar. Cozinhou o jogo como pôde e cansou o adversário, para buscar a vitória na segunda etapa. A experiência como preparador físico também conta muito nessas horas.

Time da estreia no Brasileirão com empate de 1×1 contra o Santos na Vila Belmiro. O Peixe entrou com alta intensidade na primeira etapa, marcando pressão avançada, dificultando a transição leonina da defesa para o ataque, buscando roubar alto pra sair em velocidade e tendo intensa movimentação no seu 4-2-3-1, com a centralização de Neilton para arriscar de fora da área, o volante Cícero chegando na frente, Leandro Damião dando profundidade, movimentando-se muito pra fazer pivô, tabelar, criar espaço e Gabriel também circulando bastante na intermediária, além das subidas do lateral-direito Cicinho que também tabelava e entrava em diagonal para se desmarcar de Wendel, que tinha dificuldades para acompanhá-lo. Já o Sport mantinha-se fiel à sua proposta. Tentava negar espaços sem a bola, mas não conseguia agredir o adversário. Com isso, buscava a valorização da posse de bola, circulando-a por meio de toques laterais e buscando esfriar o ritmo do jogo e de seu adversário. No segundo tempo, entrou com Rithely e Ananias nos lugares de Ewerton Páscoa e Wendel respectivamente. Rithely deu mais velocidade na transição defesa-ataque e Ananias melhorou a mobilidade pelo lado esquerdo junto com Renê, que passou a apoiar mais na transição ofensiva e levou perigo ao goleiro Aranha com um chute diagonal de fora da área. O Sport era superior e mais organizado naquele momento do jogo. Passava a jogar no campo adversário e encontrava mais espaços na intermediária ofensiva para progredir e acelerar a saída. O primeiro gol foi do Leão e saiu em jogada pela direita com Felipe Azevedo conquistando a vitória pessoal pra cima do lateral-esquerdo Mena e balançando a defesa santista. Um dos zagueiros saiu pra cobertura e o zagueiro oposto fechou com Ananias, que entrou em diagonal esquerda-área e jogou a isca pro zagueiro. O lateral-direito Cicinho não fechou na cobertura por dentro e Neto Baiano projetou-se justamente naquele espaço entre o zagueiro central e o lateral oposto ao flanco da bola para receber o cruzamento e mandar para as redes. Depois do gol, o Sport intensificou sua proposta reativa, porém, acabou sofrendo o empate em um gol muito duvidoso(muitos reclamaram de impedimento no lance) marcado por Gabriel. A estratégia de Eduardo Baptista foi muito feliz, apesar do placar. Cozinhou o jogo como pôde e cansou o adversário, para buscar a vitória na segunda etapa. A experiência como preparador físico também conta muito nessas horas.

Assim que o Sport bateu a Chapecoense por 2 a 1 na Ilha do Retiro pela 2ª rodada do Brasileirão, no habitual 4-2-3-1, apesar de mudanças em algumas peças. A equipe catarinense tinha a proposta de usar o contragolpe como sua principal arma, saindo em velocidade. Por jogar em casa, o Sport tentava propor o jogo inicialmente. O primeiro gol leonino saiu com boa participação de Aílton, entrando na área da Chapecoense para concluir em gol. O goleiro defendeu e Rithely, usando de sua característica, a chegada de trás para finalizar as jogadas e pegar as sobras de bola, marcou no rebote. Porém, a Chape empatou num gol que definia bem sua característica. Rapidez na transição defesa-ataque, chegando à frente com 3/4 jogadores. Teve a superioridade numérica no lance e também a inteligência na movimentação/infiltração de seus jogadores para a ruptura na defesa rubro-negra. Só que logo em seguida, Ananias acertou um belo chute de média distância e deixou o Sport em vantagem novamente. A Chapecoense deu trabalho, mas o Sport conseguiu segurar o resultado.

Assim que o Sport bateu a Chapecoense por 2 a 1 na Ilha do Retiro pela 2ª rodada do Brasileirão, no habitual 4-2-3-1, apesar de mudanças em algumas peças. A equipe catarinense tinha a proposta de usar o contragolpe como sua principal arma, saindo em velocidade. Por jogar em casa, o Sport tentava propor o jogo inicialmente. O primeiro gol leonino saiu com boa participação de Aílton, entrando na área da Chapecoense para concluir em gol. O goleiro defendeu e Rithely, usando de sua característica, a chegada de trás para finalizar as jogadas e pegar as sobras de bola, marcou no rebote. Porém, a Chape empatou num gol que definia bem sua característica. Rapidez na transição defesa-ataque, chegando à frente com 3/4 jogadores. Teve a superioridade numérica no lance e também a inteligência na movimentação/infiltração de seus jogadores para a ruptura na defesa rubro-negra. Só que logo em seguida, Ananias acertou um belo chute de média distância e deixou o Sport em vantagem novamente. A Chapecoense deu trabalho, mas o Sport conseguiu segurar o resultado.

Na derrota por 2 a 1 contra o Internacional em Porto Alegre, o Sport foi no mesmo 4-2-3-1 de sempre. Inicialmente buscou apertar a marcação e subir as linhas para pressionar a saída colorada e dificultar a transição entre os setores. Mas logo diminuiu a intensidade com o gol marcado por D’Alessandro em boa jogada cortando da direita pra dentro. O Sport não tinha objetividade com a posse de bola, não conseguia penetrar nem agredir o adversário. A situação só piorou quando o móvel volante Aránguiz apareceu pelo lado esquerdo do ataque colorado e traçou a diagonal no espaço entre Patric e Ferron para receber nas costas da linha defensiva e fuzilar. Na segunda etapa, Eduardo Baptista entrou com Igor e Renan Oliveira nos lugares de Renê e Wendel com o intuito de dar mais ofensividade e dinamismo ao time por aquele setor, além de trazer Aílton para ocupar espaço pelo flanco direito com o intuito de liberar as diagonais e aparições de Patric de fora pra dentro. E deu certo, tanto que o gol leonino saiu justamente numa chegada do lateral-direito pelo meio(mobilidade em campo e aparições em espaços que ninguém espera é uma das características essenciais dele), onde Neto Baiano tirou o zagueiro da área e Patric projetou-se justamente nas costas desse zagueiro para receber e tocar na saída do goleiro para descontar. O Sport, que antes tinha dificuldades para passar pela segunda linha de marcação colorada passou a ter mais facilidade para progredir em campo ofensivo, porém, a insistência leonina não foi suficiente para evitar a derrota.

Nesse híbrido de 4-2-3-1 e 4-4-2 em linhas, o Sport teve uma vitória e duas derrotas. Contra o Coritiba no Couto Pereira, o Leão venceu por 1 a 0, com gol de Rithely pegando rebote de uma cobrança de falta de Neto Baiano defendida pelo goleiro. O Sport manteve proposta reativa, de jogar no erro do Coxa, marcando em duas linhas de quatro, fixando individualmente Renan Oliveira e Augusto nos laterais adversários e deixando Leonardo e Neto Baiano mais à frente. Com a bola, Augusto tinha liberdade de centralizar e buscar as arrancadas na intermediária, enquanto que Renan Oliveira tentava articular a partir da esquerda e Leonardo transitava entre as linhas de meio e ataque, recuando mais para buscar jogo e tentar a progressão no entrelinhas adversário, às costas dos volantes. Contra o líder(e campeão) Cruzeiro em Belo Horizonte, o Sport perdeu por 2 a 0, mas dominou e encurralou o time mineiro na primeira etapa, jogando na base de imposição de estilo de jogo, tendo a posse de bola, jogando na intermediária defensiva adversária, com dinamismo, intensidade e vigor físico pela direita com Patric e Augusto e Leonardo circulando bastante, ora pelo meio, ora aprofundando ao centro pra se juntar à Neto Baiano e topar com a linha defensiva adversária. Sem a bola, mantinha a compactação, fechava espaços, era obediente taticamente e não deixava o Cruzeiro jogar. Porém, na segunda etapa, diminuiu a intensidade de jogo e o Cruzeiro passou a jogar mais compacto atrás da linha da bola, dificultando a progressão e o encaixe do passe entre as linhas, tendo proposta reativa e de aceleração de contragolpes, com Mayke iniciando a transição pela direita, Everton Ribeiro fazendo a diagonal pela esquerda e Marcelo Moreno além de ser opção para o jogo aéreo, também fazia a diagonal curta para ser opção de esticada/passe em profundidade e retenção da posse em campo ofensivo. O que inclusive contrariava a proposta adotada pelo Cruzeiro em todo o campeonato, que foi de posse agressiva e proposição de jogo. Em cobrança de falta, o Cruzeiro conseguiu de certo modo "achar" um gol, com Ricardo Goulart e depois ampliou em cruzamento para Marcelo Moreno, que se posicionou no espaço entre os dois zagueiros(Ferron e Durval) para cabecear. O Sport acabou se complicando, pois sua maior limitação é propor o jogo com espaços reduzidos, porém, mesmo com o resultado negativo, aquele nó tático de Eduardo Baptista em Marcelo Oliveira foi significante. Contra o Corinthians, veio a maior decepção. Uma goleada sofrida por 4 a 1 dentro da Ilha do Retiro. Mas serviu de lição para Eduardo Baptista, que percebeu que o Sport não poderia fugir de suas características(jogo reativo+compactação+transições rápidas) e querer dar um passo maior que a perna. Enfrentou um Corinthians num 4-4-2 em linhas/4-2-3-1 que se caracterizava principalmente pela compactação curta em bloco baixo, jogando transicionalmente e limitando espaços ao time da Ilha do Retiro, que tentava atacar a equipe paulista principalmente pelo flanco esquerdo, com Renan Oliveira e Renê buscando o 2x1 pra cima do lateral-direito Fagner, que não contava com uma proteção forte do winger posicionado pela direita, exigindo que o volante Ralf ajudasse a dar combate no setor para tentar evitar/compensar a superioridade numérica adversária. Com a bola, o Corinthians incomodava bastante com Romarinho, que alternava entre a direita e o centro, flutuava às costas de Rodrigo Mancha e Rithely e traçava diagonais e facões em alta velocidade. Na falta do segundo gol corintiano, entre buscava a infiltração entre Renê e Durval quando foi derrubado. Em outra oportunidade, aproveitou o péssimo posicionamento da defesa leonina, em linha muito alta na situação em questão, fez a diagonal longa pra receber na cara do gol, driblou Rithely(que tentou sair na cobertura) no 1x1 e por muito pouco não marcou. Também foi dele o quarto gol corintiano, fechando em diagonal(Renê não conseguiu acompanhá-lo) pra área no espaço entre o zagueiro oposto ao do cruzamento(que saiu na cobertura do zagueiro da direita, que perdeu no 1x1 pra Guerrero ao tentar sair na cobertura das costas de Patric, que foi subir pressão pela direita). O mapa da mina para o time paulista foi o lado direito da defesa do Sport, com Patric deixando muitos espaços às suas costas que eram aproveitados por Guerrero, que saía em diagonal curta do centro pra esquerda e sempre conquistava a vitória pessoal no mano-a-mano com Ferron, quando buscava a jogada de linha de fundo. 3 dos 4 gols corintianos originaram-se daquele setor. Outro fator que afetou psicologicamente o Sport naquele jogo foi a expulsão do zagueiro Durval, quando o jogo ainda estava 2x1 para o Corinthians. Aquele nó tático de Mano Menezes, serviu para Eduardo Baptista chegar à conclusão de que era essencial manter fidelidade às suas origens e características essenciais.

Nesse híbrido de 4-2-3-1 e 4-4-2 em linhas, o Sport teve uma vitória e duas derrotas. Contra o Coritiba no Couto Pereira, o Leão venceu por 1 a 0, com gol de Rithely pegando rebote de uma cobrança de falta de Neto Baiano defendida pelo goleiro. O Sport manteve proposta reativa, de jogar no erro do Coxa, marcando em duas linhas de quatro, fixando individualmente Renan Oliveira e Augusto nos laterais adversários e deixando Leonardo e Neto Baiano mais à frente. Com a bola, Augusto tinha liberdade de centralizar e buscar as arrancadas na intermediária, enquanto que Renan Oliveira tentava articular a partir da esquerda e Leonardo transitava entre as linhas de meio e ataque, recuando mais para buscar jogo e tentar a progressão no entrelinhas adversário, às costas dos volantes. Contra o líder(e campeão) Cruzeiro em Belo Horizonte, o Sport perdeu por 2 a 0, mas dominou e encurralou o time mineiro na primeira etapa, jogando na base de imposição de estilo de jogo, tendo a posse de bola, jogando na intermediária defensiva adversária, com dinamismo, intensidade e vigor físico pela direita com Patric e Augusto e Leonardo circulando bastante, ora pelo meio, ora aprofundando ao centro pra se juntar à Neto Baiano e topar com a linha defensiva adversária. Sem a bola, mantinha a compactação, fechava espaços, era obediente taticamente e não deixava o Cruzeiro jogar. Porém, na segunda etapa, diminuiu a intensidade de jogo e o Cruzeiro passou a jogar mais compacto atrás da linha da bola, dificultando a progressão e o encaixe do passe entre as linhas, tendo proposta reativa e de aceleração de contragolpes, com Mayke iniciando a transição pela direita, Everton Ribeiro fazendo a diagonal pela esquerda e Marcelo Moreno além de ser opção para o jogo aéreo, também fazia a diagonal curta para ser opção de esticada/passe em profundidade e retenção da posse em campo ofensivo. O que inclusive contrariava a proposta adotada pelo Cruzeiro em todo o campeonato, que foi de posse agressiva e proposição de jogo. Em cobrança de falta, o Cruzeiro conseguiu de certo modo “achar” um gol, com Ricardo Goulart e depois ampliou em cruzamento para Marcelo Moreno, que se posicionou no espaço entre os dois zagueiros(Ferron e Durval) para cabecear. O Sport acabou se complicando, pois sua maior limitação é propor o jogo com espaços reduzidos, porém, mesmo com o resultado negativo, aquele nó tático de Eduardo Baptista em Marcelo Oliveira foi significante. Contra o Corinthians, veio a maior decepção. Uma goleada sofrida por 4 a 1 dentro da Ilha do Retiro. Mas serviu de lição para Eduardo Baptista, que percebeu que o Sport não poderia fugir de suas características(jogo reativo+compactação+transições rápidas) e querer dar um passo maior que a perna. Enfrentou um Corinthians num 4-4-2 em linhas/4-2-3-1 que se caracterizava principalmente pela compactação curta em bloco baixo, jogando transicionalmente e limitando espaços ao time da Ilha do Retiro, que tentava atacar a equipe paulista principalmente pelo flanco esquerdo, com Renan Oliveira e Renê buscando o 2×1 pra cima do lateral-direito Fagner, que não contava com uma proteção forte do winger posicionado pela direita, exigindo que o volante Ralf ajudasse a dar combate no setor para tentar evitar/compensar a superioridade numérica adversária. Com a bola, o Corinthians incomodava bastante com Romarinho, que alternava entre a direita e o centro, flutuava às costas de Rodrigo Mancha e Rithely e traçava diagonais e facões em alta velocidade. Na falta do segundo gol corintiano, entre buscava a infiltração entre Renê e Durval quando foi derrubado. Em outra oportunidade, aproveitou o péssimo posicionamento da defesa leonina, em linha muito alta na situação em questão, fez a diagonal longa pra receber na cara do gol, driblou Rithely(que tentou sair na cobertura) no 1×1 e por muito pouco não marcou. Também foi dele o quarto gol corintiano, fechando em diagonal(Renê não conseguiu acompanhá-lo) pra área no espaço entre o zagueiro oposto ao do cruzamento(que saiu na cobertura do zagueiro da direita, que perdeu no 1×1 pra Guerrero ao tentar sair na cobertura das costas de Patric, que foi subir pressão pela direita). O mapa da mina para o time paulista foi o lado direito da defesa do Sport, com Patric deixando muitos espaços às suas costas que eram aproveitados por Guerrero, que saía em diagonal curta do centro pra esquerda e sempre conquistava a vitória pessoal no mano-a-mano com Ferron, quando buscava a jogada de linha de fundo. 3 dos 4 gols corintianos originaram-se daquele setor. Outro fator que afetou psicologicamente o Sport naquele jogo foi a expulsão do zagueiro Durval, quando o jogo ainda estava 2×1 para o Corinthians. Aquele nó tático de Mano Menezes, serviu para Eduardo Baptista chegar à conclusão de que era essencial manter fidelidade às suas origens e características essenciais.

Foi no 4-3-3/4-1-4-1 que o Sport empatou sem gols com o Grêmio na Ilha do Retiro e bateu por 1 a 0 o Vitória em Feira de Santana e o Bahia na Ilha. Contra o Tricolor Gaúcho, o time jogou de forma mais leve com Leonardo na referência do ataque no lugar de Neto Baiano e Erico Junior pela direita, arrancando verticalmente em direção à linha de fundo e buscando explorar os espaços às costas do jovem lateral-esquerdo Breno. Voltou a jogar em reação, compactando-se no próprio campo e tendo transição mais acelerada com Rithely e Augusto, além de ponteiros rápidos e um centroavante de boa mobilidade. O Grêmio tinha dificuldades pra criar espaços e apostava nas tabelas verticais dos meias vindo de frente com Barcos movimentando-se na linha de zagueiros adversária para fazer o pivô, porém, sua movimentação foi bem contida pelos zagueiros rubro-negros. Na segunda etapa, Eduardo Baptista trocou intensidade por cadência, com as entradas de Wendel e do uruguaio Robert Flores para compor a sociedade triangular com Renê na esquerda. Chegou a criar chances de gol, mas não foi o suficiente para conquistar a vitória. Em Feira de Santana, teve um jogo muito complicado contra um Vitória que jogava num 4-2-3-1 de alta mobilidade na linha dos 3 meias, que marcava alto e fazia pressão para a retomada de bola logo após a perda da posse e ainda em campo ofensivo, encurralando o time do Sport, que por ter jogadores com característica de velocidade/aceleração, mas não ter nenhum com característica de cadência e retenção de posse, não conseguia ter a bola ou prendê-la na frente. As condições do gramado complicavam que a proposta de jogo baseada em contra-ataque fosse bem executada. O 4-1-4-1 do Sport fazia o encaixe perfeito no 4-2-3-1 do Vitória e dificultava a proposição de jogo por parte do time baiano, que não conseguia penetrar e criar espaços. Na segunda etapa, o Sport atingiu seu objetivo. "Achou" o gol. Em uma cobrança de falta de muito longe, Neto Baiano acertou uma pancada de perna esquerda no canto direito do goleiro Wilson. Depois disso, o Sport retraiu ainda mais suas linhas e conseguiu segurar a pressão baiana, já que o Vitória atacava mais na base da vontade do que da organização em si. Contra o Bahia, o Sport tentou propor o jogo e manteve um equilíbrio razoavelmente bom com a parte defensiva, apesar de ter sofrido alguns contra-ataques, porém, nada muito efetivo. A maior dificuldade, novamente, foi de criar espaços. O Sport sabia explorar o espaço que o adversário lhe dava, mas não sabia criá-los. O gol rubro-negro saiu de uma jogada que mostrou o ponto forte de seus dois laterais. Renê chegando à linha de fundo pelo lado da área e Patric fechando em diagonal pra área(muitas vezes ele entra em diagonal pra dentro quando a bola cai no lado oposto). Porém, o camisa 2 furou na tentativa de concluir o cruzamento rasteiro e Mike(o ponta oposto ao lado da bola) que também centralizou na área, mandou para as redes. Com o resultado, o Sport terminou as 9 primeiras rodadas na 9ª colocação e com perspectiva de que poderia mais após a Copa do Mundo.

Foi no 4-3-3/4-1-4-1 que o Sport empatou sem gols com o Grêmio na Ilha do Retiro e bateu por 1 a 0 o Vitória em Feira de Santana e o Bahia na Ilha. Contra o Tricolor Gaúcho, o time jogou de forma mais leve com Leonardo na referência do ataque no lugar de Neto Baiano e Erico Junior pela direita, arrancando verticalmente em direção à linha de fundo e buscando explorar os espaços às costas do jovem lateral-esquerdo Breno. Voltou a jogar em reação, compactando-se no próprio campo e tendo transição mais acelerada com Rithely e Augusto, além de ponteiros rápidos e um centroavante de boa mobilidade. O Grêmio tinha dificuldades pra criar espaços e apostava nas tabelas verticais dos meias vindo de frente com Barcos movimentando-se na linha de zagueiros adversária para fazer o pivô, porém, sua movimentação foi bem contida pelos zagueiros rubro-negros. Na segunda etapa, Eduardo Baptista trocou intensidade por cadência, com as entradas de Wendel e do uruguaio Robert Flores para compor a sociedade triangular com Renê na esquerda. Chegou a criar chances de gol, mas não foi o suficiente para conquistar a vitória. Em Feira de Santana, teve um jogo muito complicado contra um Vitória que jogava num 4-2-3-1 de alta mobilidade na linha dos 3 meias, que marcava alto e fazia pressão para a retomada de bola logo após a perda da posse e ainda em campo ofensivo, encurralando o time do Sport, que por ter jogadores com característica de velocidade/aceleração, mas não ter nenhum com característica de cadência e retenção de posse, não conseguia ter a bola ou prendê-la na frente. As condições do gramado complicavam que a proposta de jogo baseada em contra-ataque fosse bem executada. O 4-1-4-1 do Sport fazia o encaixe perfeito no 4-2-3-1 do Vitória e dificultava a proposição de jogo por parte do time baiano, que não conseguia penetrar e criar espaços. Na segunda etapa, o Sport atingiu seu objetivo. “Achou” o gol. Em uma cobrança de falta de muito longe, Neto Baiano acertou uma pancada de perna esquerda no canto direito do goleiro Wilson. Depois disso, o Sport retraiu ainda mais suas linhas e conseguiu segurar a pressão baiana, já que o Vitória atacava mais na base da vontade do que da organização em si. Contra o Bahia, o Sport tentou propor o jogo e manteve um equilíbrio razoavelmente bom com a parte defensiva, apesar de ter sofrido alguns contra-ataques, porém, nada muito efetivo. A maior dificuldade, novamente, foi de criar espaços. O Sport sabia explorar o espaço que o adversário lhe dava, mas não sabia criá-los. O gol rubro-negro saiu de uma jogada que mostrou o ponto forte de seus dois laterais. Renê chegando à linha de fundo pelo lado da área e Patric fechando em diagonal pra área(muitas vezes ele entra em diagonal pra dentro quando a bola cai no lado oposto). Porém, o camisa 2 furou na tentativa de concluir o cruzamento rasteiro e Mike(o ponta oposto ao lado da bola) que também centralizou na área, mandou para as redes. Com o resultado, o Sport terminou as 9 primeiras rodadas na 9ª colocação e com perspectiva de que poderia mais após a Copa do Mundo.

No período de parada para a Copa do Mundo, muita coisa aconteceu. Lesões de Rodrigo Mancha e Augusto na inter-temporada em Gravatá, no Agreste de Pernambuco; Contratação do jovem e talentoso meia Régis da Chapecoense por R$2,5 milhões, além das contratações do volante Willian(empréstimo vindo do Fluminense), do zagueiro Henrique Mattos(empréstimo vindo do Botafogo-SP) e do experiente lateral-direito Vitor, que estava encostado no Goiás. Nos jogos contra Botafogo(vitória por 1 a 0), Goiás(empate sem gols), Atlético-MG(vitória por 2 a 1) e Figueirense(derrota por 3 a 0), Eduardo Baptista armou um 4-2-3-1 que virava 4-1-4-1 sem a posse de bola com Zé Mário alinhando-se aos volantes(Wendel avançando e Rithely ficando entre as duas linhas de quatro), caracterizando-se pela compactação curta em pouquíssimos metros do campo, posicionamento defensivo em bloco baixo, basculação defensiva perfeita em função da movimentação da bola, com os 5 componentes de meio fazendo corretamente o balanceamento para o lado da bola, contando com a centralização do winger oposto. Wendel assumiu a titularidade ao lado de Rithely, ajudando bastante Renê pela esquerda, fazendo a cobertura/compensação espacial nas suas costas quando o mesmo saía pra caçar e buscando formar um triângulo pela esquerda com a bola, aparecendo pra trabalhar jogo no setor na diagonal do centro pro lado esquerdo. Continuava com proposta de jogo reativa e de saída em velocidade. Contra o Botafogo, teve dificuldades pra reter posse e articular contragolpes, porém, "achou" o gol que Pelé não fez. Neto Baiano, do meio de campo, encobriu o goleiro Andrey. No segundo tempo, o time ganhou mais mobilidade com as entradas de Danilo e Leonardo. O primeiro deu mais velocidade e dinamismo pela esquerda na dobradinha com Renê e o segundo deixou o ataque mais rápido, recuando pra buscar jogo, girando rápido, abrindo o jogo e chegando na área vindo de trás. Defensivamente, o rubro-negro manteve a solidez e não deu espaços ao limitado time do Botafogo, que pouco conseguiu criar. Uma das novidades apresentadas por Eduardo Baptista no período conhecido como "Pós-Copa" foi a saída de três lavolpiana, utilizada por muitos times na Copa do Mundo. No caso do Sport, Rithely é que afundava entre os zagueiros ao centro pra espetar um pouco mais os laterais. Contra o Goiás, foi um jogo duro, travado, de dois times com características de jogo muito similares. Marcação forte e saída em velocidade. O time goiano tentava propor o jogo, mas tinha dificuldades de criar espaços. A posse de bola do Sport também era pouco agressiva e objetiva. Contava com constantes trocas de posições entre Erico Jr e Felipe Azevedo na linha de 3. E a melhor chance leonina veio justamente numa inversão de Erico Jr pro lado esquerdo do campo, onde atraiu o lateral e Zé Mário traçou a diagonal curta do centro pro lado esquerdo da área, penetrando nas costas da marcação e finalizando com perigo para a defesa do goleiro Renan. Na segunda etapa, o Goiás buscou uma referência no 4-2-3-1 pro jogo aéreo ofensivo com a entrada de Bruno Mineiro para dar mais profundidade ao ataque(Assuério era mais móvel e saía muito da área na primeira etapa). O Sport passou a dar mais espaços e ao mesmo tempo não conseguia chegar com eficácia na frente. Em um jogo sonolento e  de poucas chances, o zero a zero foi o resultado mais justo. Diante do Atlético-MG, o Sport realizou marcação forte dentro da própria intermediária, dificultando a ultrapassagem por sua segunda linha e a penetração mineira, porém, errava muitos passes na puxada de contragolpe na transição ofensiva, o que deixava o time improdutivo ofensivamente. No segundo tempo, o primeiro gol leonino veio de um lançamento diagonal de Durval pra entrada do ponta oposto(Felipe Azevedo) no facão entre o zagueiro e o lateral adversário. O segundo veio com o próprio Durval após cruzamento pra área. O Atlético se atirou de vez para o campo de ataque, passando a ocupar totalmente a intermediária defensiva leonina e dando liberdade de movimentação por dentro e por fora para Diego Tardelli para tentar furar o compacto sistema de marcação leonino, que negava espaços em bloco bem baixo e tinha curtíssima distância entre as linhas de defesa e meio. De pênalti, o próprio Tardelli descontou pros mineiros. Contra o Figueirense, o Sport fez talvez o seu pior jogo no campeonato. Simplesmente não agrediu o adversário. Marcou com eficiência atrás da linha da bola somente até certo ponto, quando o Figueira abriu o placar com Léo Lisboa. A partir daí entrou a maior dificuldade do Sport: Ter que propor o jogo com equilíbrio para não deixar espaços aos contra-ataques adversários. Ou seja, jogar para reverter um resultado. Em rápidas transições, o Figueirense fez mais dois gols. Uma com lançamento para a diagonal de Clayton nas costas da linha de zagueiros do Sport e no outro, uma jogada de fundo pela direita, com um cruzamento onde Marco Antônio infiltrou de trás sem acompanhamento e cabeceou sem chances pro goleiro Magrão.

No período de parada para a Copa do Mundo, muita coisa aconteceu. Lesões de Rodrigo Mancha e Augusto na inter-temporada em Gravatá, no Agreste de Pernambuco; Contratação do jovem e talentoso meia Régis da Chapecoense por R$2,5 milhões, além das contratações do volante Willian(empréstimo vindo do Fluminense), do zagueiro Henrique Mattos(empréstimo vindo do Botafogo-SP) e do experiente lateral-direito Vitor, que estava encostado no Goiás. Nos jogos contra Botafogo(vitória por 1 a 0), Goiás(empate sem gols), Atlético-MG(vitória por 2 a 1) e Figueirense(derrota por 3 a 0), Eduardo Baptista armou um 4-2-3-1 que virava 4-1-4-1 sem a posse de bola com Zé Mário alinhando-se aos volantes(Wendel avançando e Rithely ficando entre as duas linhas de quatro), caracterizando-se pela compactação curta em pouquíssimos metros do campo, posicionamento defensivo em bloco baixo, basculação defensiva perfeita em função da movimentação da bola, com os 5 componentes de meio fazendo corretamente o balanceamento para o lado da bola, contando com a centralização do winger oposto. Wendel assumiu a titularidade ao lado de Rithely, ajudando bastante Renê pela esquerda, fazendo a cobertura/compensação espacial nas suas costas quando o mesmo saía pra caçar e buscando formar um triângulo pela esquerda com a bola, aparecendo pra trabalhar jogo no setor na diagonal do centro pro lado esquerdo. Continuava com proposta de jogo reativa e de saída em velocidade. Contra o Botafogo, teve dificuldades pra reter posse e articular contragolpes, porém, “achou” o gol que Pelé não fez. Neto Baiano, do meio de campo, encobriu o goleiro Andrey. No segundo tempo, o time ganhou mais mobilidade com as entradas de Danilo e Leonardo. O primeiro deu mais velocidade e dinamismo pela esquerda na dobradinha com Renê e o segundo deixou o ataque mais rápido, recuando pra buscar jogo, girando rápido, abrindo o jogo e chegando na área vindo de trás. Defensivamente, o rubro-negro manteve a solidez e não deu espaços ao limitado time do Botafogo, que pouco conseguiu criar. Uma das novidades apresentadas por Eduardo Baptista no período conhecido como “Pós-Copa” foi a saída de três lavolpiana, utilizada por muitos times na Copa do Mundo. No caso do Sport, Rithely é que afundava entre os zagueiros ao centro pra espetar um pouco mais os laterais. Contra o Goiás, foi um jogo duro, travado, de dois times com características de jogo muito similares. Marcação forte e saída em velocidade. O time goiano tentava propor o jogo, mas tinha dificuldades de criar espaços. A posse de bola do Sport também era pouco agressiva e objetiva. Contava com constantes trocas de posições entre Erico Jr e Felipe Azevedo na linha de 3. E a melhor chance leonina veio justamente numa inversão de Erico Jr pro lado esquerdo do campo, onde atraiu o lateral e Zé Mário traçou a diagonal curta do centro pro lado esquerdo da área, penetrando nas costas da marcação e finalizando com perigo para a defesa do goleiro Renan. Na segunda etapa, o Goiás buscou uma referência no 4-2-3-1 pro jogo aéreo ofensivo com a entrada de Bruno Mineiro para dar mais profundidade ao ataque(Assuério era mais móvel e saía muito da área na primeira etapa). O Sport passou a dar mais espaços e ao mesmo tempo não conseguia chegar com eficácia na frente. Em um jogo sonolento e de poucas chances, o zero a zero foi o resultado mais justo. Diante do Atlético-MG, o Sport realizou marcação forte dentro da própria intermediária, dificultando a ultrapassagem por sua segunda linha e a penetração mineira, porém, errava muitos passes na puxada de contragolpe na transição ofensiva, o que deixava o time improdutivo ofensivamente. No segundo tempo, o primeiro gol leonino veio de um lançamento diagonal de Durval pra entrada do ponta oposto(Felipe Azevedo) no facão entre o zagueiro e o lateral adversário. O segundo veio com o próprio Durval após cruzamento pra área. O Atlético se atirou de vez para o campo de ataque, passando a ocupar totalmente a intermediária defensiva leonina e dando liberdade de movimentação por dentro e por fora para Diego Tardelli para tentar furar o compacto sistema de marcação leonino, que negava espaços em bloco bem baixo e tinha curtíssima distância entre as linhas de defesa e meio. De pênalti, o próprio Tardelli descontou pros mineiros. Contra o Figueirense, o Sport fez talvez o seu pior jogo no campeonato. Simplesmente não agrediu o adversário. Marcou com eficiência atrás da linha da bola somente até certo ponto, quando o Figueira abriu o placar com Léo Lisboa. A partir daí entrou a maior dificuldade do Sport: Ter que propor o jogo com equilíbrio para não deixar espaços aos contra-ataques adversários. Ou seja, jogar para reverter um resultado. Em rápidas transições, o Figueirense fez mais dois gols. Uma com lançamento para a diagonal de Clayton nas costas da linha de zagueiros do Sport e no outro, uma jogada de fundo pela direita, com um cruzamento onde Marco Antônio infiltrou de trás sem acompanhamento e cabeceou sem chances pro goleiro Magrão.

Diante do Flamengo, o Sport foi num 4-4-2 em duas linhas de quatro, com Wendel e Augusto abertos, deixando o garoto Ronaldo ao lado de Rithely na cabeça de área e Felipe Azevedo mais próximo de Neto Baiano por dentro.  Jogava de forma reativa, mas também controlando bem a posse de bola para abafar a pressão/intensidade do time carioca, mas também pouco criava. Uma de suas poucas oportunidades foi num lançamento de Rithely para o facão diagonal de Augusto, infiltrando nas costas da linha defensiva pra ficar na cara do gol, porém, acabou desperdiçando a chance. Eduardo Baptista tentou dar mais criatividade com a entrada de Zé Mário pelo lado direito do campo, porém, não deu muito resultado. O Flamengo intensificava seus ataques pela esquerda, porém, tinha pouca objetividade na sua posse e pouca organização pra criar os espaços diante das compactas linhas pernambucanas. Porém, de tanto insistir, acabou sendo premiado no final do jogo. Após cruzamento de João Paulo, Eduardo da Silva posicionou-se entre os zagueiros Ferron e Oswaldo para cabecear e marcar.

Diante do Flamengo, o Sport foi num 4-4-2 em duas linhas de quatro, com Wendel e Augusto abertos, deixando o garoto Ronaldo ao lado de Rithely na cabeça de área e Felipe Azevedo mais próximo de Neto Baiano por dentro. Jogava de forma reativa, mas também controlando bem a posse de bola para abafar a pressão/intensidade do time carioca, mas também pouco criava. Uma de suas poucas oportunidades foi num lançamento de Rithely para o facão diagonal de Augusto, infiltrando nas costas da linha defensiva pra ficar na cara do gol, porém, acabou desperdiçando a chance. Eduardo Baptista tentou dar mais criatividade com a entrada de Zé Mário pelo lado direito do campo, porém, não deu muito resultado. O Flamengo intensificava seus ataques pela esquerda, porém, tinha pouca objetividade na sua posse e pouca organização pra criar os espaços diante das compactas linhas pernambucanas. Porém, de tanto insistir, acabou sendo premiado no final do jogo. Após cruzamento de João Paulo, Eduardo da Silva posicionou-se entre os zagueiros Ferron e Oswaldo para cabecear e marcar.

No empate por 1 a 1 contra o Atlético-PR na Ilha do Retiro, o Sport contou com a estreia do meia Régis. Com isso, assim como no jogo contra o Flamengo, o Sport deixava de marcar no 4-1-4-1 que vinha sendo usado sem a bola nos primeiros jogos do período pós-copa e passava a marcar no 4-4-2 em linhas. Contra o Atlético-PR, o Sport teve algumas dificuldades na transição da defesa pro ataque quando o Atlético-PR subia suas linhas. Os laterais leoninos espetavam quando Rithely afundava, porém, o portador da bola tinha poucas opções de passe, travadas pela subida de pressão paranaense, com isso, muitas vezes o Sport era obrigado a usar da ligação direta. Em fase de ataque organizado, o Leão tentava atacar pelos lados do campo, principalmente pela direita com Erico Jr buscando alargar o campo e fazer a dobradinha com Patric pra cima, enquanto que do lado oposto Felipe Azevedo também fechava a diagonal curta pra dentro pra gerar o corredor pra Renê. Régis tinha liberdade de movimentação e balanceamento ofensivo para os lados do campo, buscando criar superioridade numérica e formar linha de passe no setor da bola. Quando recolhia linhas, o CAP também marcava de forma compacta, apesar da fixação individual dos wingers nos laterais que deixava espaços pelos lados e obrigava compensações espaciais. O gol do Furacão(que saiu na frente) foi marcado por Cleberson e o do Sport, pelo estreante Régis.

No empate por 1 a 1 contra o Atlético-PR na Ilha do Retiro, o Sport contou com a estreia do meia Régis. Com isso, assim como no jogo contra o Flamengo, o Sport deixava de marcar no 4-1-4-1 que vinha sendo usado sem a bola nos primeiros jogos do período pós-copa e passava a marcar no 4-4-2 em linhas. Contra o Atlético-PR, o Sport teve algumas dificuldades na transição da defesa pro ataque quando o Atlético-PR subia suas linhas. Os laterais leoninos espetavam quando Rithely afundava, porém, o portador da bola tinha poucas opções de passe, travadas pela subida de pressão paranaense, com isso, muitas vezes o Sport era obrigado a usar da ligação direta. Em fase de ataque organizado, o Leão tentava atacar pelos lados do campo, principalmente pela direita com Erico Jr buscando alargar o campo e fazer a dobradinha com Patric pra cima, enquanto que do lado oposto Felipe Azevedo também fechava a diagonal curta pra dentro pra gerar o corredor pra Renê. Régis tinha liberdade de movimentação e balanceamento ofensivo para os lados do campo, buscando criar superioridade numérica e formar linha de passe no setor da bola. Quando recolhia linhas, o CAP também marcava de forma compacta, apesar da fixação individual dos wingers nos laterais que deixava espaços pelos lados e obrigava compensações espaciais. O gol do Furacão(que saiu na frente) foi marcado por Cleberson e o do Sport, pelo estreante Régis.

Na vitória por 2 a 1 do Sport em cima do Palmeiras na Arena Pernambuco, o Leão talvez tenha tido a sua melhor exibição tática no Brasileirão. Mas o jogo não começou bem. O Palmeiras dominava as ações e levava perigo com as investidas de Mouche nas costas de Patric, além do primeiro gol palmeirense logo no início, com o centroavante Henrique fazendo a diagonal curta entre Patric e Oswaldo num cruzamento originário do lado oposto para cabecear. Magrão defendeu, mas no rebote, o próprio Henrique mandou pras redes. Além disso, o meia Régis se lesionou após uma jogada na lateral(a lesão que o fez passar muito tempo no DM), o que obrigou Eduardo Baptista a colocar Ananias e centralizar Felipe Azevedo no 4-2-3-1. A partir dali, o Sport se tornou outro time em campo. Com intensidade, lado direito fortíssimo com as chegadas de Patric por dentro e por fora, aproveitando o corredor aberto pelas centralizações de Erico Jr quando a bola caía no flanco oposto, compactação curta sem a bola, agressividade na marcação seja quando subia as linhas para a intermediária defensiva adversária(o que foi raro de acontecer no campeonato) e também quando as linhas ficavam mais retraídas em bloco baixo, dificultando a progressão palmeirense. Literalmente controlou o jogo taticamente e tecnicamente, e só não goleou por causa das inúmeras chances desperdiçadas. Naquele jogo ainda houveram as estreias das grandes contratações leoninas pra temporada(o meia-atacante Diego Souza e o volante/meia Ibson). O primeiro entrou mais centralizado na linha de 3 e o segundo, mais aberto pela direita. Ambos ainda estavam sem ritmo de jogo.

Na vitória por 2 a 1 do Sport em cima do Palmeiras na Arena Pernambuco, o Leão talvez tenha tido a sua melhor exibição tática no Brasileirão. Mas o jogo não começou bem. O Palmeiras dominava as ações e levava perigo com as investidas de Mouche nas costas de Patric, além do primeiro gol palmeirense logo no início, com o centroavante Henrique fazendo a diagonal curta entre Patric e Oswaldo num cruzamento originário do lado oposto para cabecear. Magrão defendeu, mas no rebote, o próprio Henrique mandou pras redes. Além disso, o meia Régis se lesionou após uma jogada na lateral(a lesão que o fez passar muito tempo no DM), o que obrigou Eduardo Baptista a colocar Ananias e centralizar Felipe Azevedo no 4-2-3-1. A partir dali, o Sport se tornou outro time em campo. Com intensidade, lado direito fortíssimo com as chegadas de Patric por dentro e por fora, aproveitando o corredor aberto pelas centralizações de Erico Jr quando a bola caía no flanco oposto, compactação curta sem a bola, agressividade na marcação seja quando subia as linhas para a intermediária defensiva adversária(o que foi raro de acontecer no campeonato) e também quando as linhas ficavam mais retraídas em bloco baixo, dificultando a progressão palmeirense. Literalmente controlou o jogo taticamente e tecnicamente, e só não goleou por causa das inúmeras chances desperdiçadas. Naquele jogo ainda houveram as estreias das grandes contratações leoninas pra temporada(o meia-atacante Diego Souza e o volante/meia Ibson). O primeiro entrou mais centralizado na linha de 3 e o segundo, mais aberto pela direita. Ambos ainda estavam sem ritmo de jogo.

Contra o Fluminense, o Sport teve uma boa postura inicialmente. Compactação curta, marcação agressiva, balanceamento defensivo perfeito, controle da posse de bola, jogando no campo adversário, impondo sua forma de jogo, com muita mobilidade e trocas de posições na linha dos meias do 4-2-3-1. A melhor oportunidade veio numa tabela diagonal de Patric que resultou num lançamento pro facão de Felipe Azevedo nas costas da defesa tricolor, postada em linha alta no lance. Porém, Azevedo não conseguiu concluir e na sobra, Patric que pegou o rebote, mandou na trave. E como o futebol castiga, quem não faz...(não vou falar, vocês já sabem). Após subida de pressão na saída de bola do Sport, Fluminense roubou alto, acionou o pivô de Fred, que girou e lançou pra infiltração de Cícero nas costas de Renê, que se projetava pra subir quando a bola caiu no lado oposto na saída rubro-negra e não conseguiu bascular defensivamente(fechar por dentro) a tempo após a retomada tricolor. Pra piorar, veio o segundo gol minutos depois. Cícero conseguiu a vitória pessoal pra cima de Renê e cruzou pra Fred. Patric não fechou na cobertura por dentro na área e Oswaldo estava sem referência de marcação, "marcando a bola". Fred traçou a diagonal curta, antecipou-se a Oswaldo e cabeceou sem chances pra Magrão. Tendo que sair pro jogo, o Sport deixou muitos espaços lá atrás que foram bem aproveitados pelo Fluminense. Conca e Fred ampliaram e fecharam a goleada tricolor.

Contra o Fluminense, o Sport teve uma boa postura inicialmente. Compactação curta, marcação agressiva, balanceamento defensivo perfeito, controle da posse de bola, jogando no campo adversário, impondo sua forma de jogo, com muita mobilidade e trocas de posições na linha dos meias do 4-2-3-1. A melhor oportunidade veio numa tabela diagonal de Patric que resultou num lançamento pro facão de Felipe Azevedo nas costas da defesa tricolor, postada em linha alta no lance. Porém, Azevedo não conseguiu concluir e na sobra, Patric que pegou o rebote, mandou na trave. E como o futebol castiga, quem não faz…(não vou falar, vocês já sabem). Após subida de pressão na saída de bola do Sport, Fluminense roubou alto, acionou o pivô de Fred, que girou e lançou pra infiltração de Cícero nas costas de Renê, que se projetava pra subir quando a bola caiu no lado oposto na saída rubro-negra e não conseguiu bascular defensivamente(fechar por dentro) a tempo após a retomada tricolor. Pra piorar, veio o segundo gol minutos depois. Cícero conseguiu a vitória pessoal pra cima de Renê e cruzou pra Fred. Patric não fechou na cobertura por dentro na área e Oswaldo estava sem referência de marcação, “marcando a bola”. Fred traçou a diagonal curta, antecipou-se a Oswaldo e cabeceou sem chances pra Magrão. Tendo que sair pro jogo, o Sport deixou muitos espaços lá atrás que foram bem aproveitados pelo Fluminense. Conca e Fred ampliaram e fecharam a goleada tricolor.

Contra o Criciúma, o Sport foi no habitual 4-2-3-1, só que com Diego Souza mais centralizado na linha de 3, porém, o camisa 87 se lesionou logo aos 9 minutos de jogo e acabou passando 15 dias no DM. O Leão foi dominado pelo Criciúma dentro da Ilha do Retiro na primeira etapa. O time catarinense controlava a posse de bola, usava de Souza como pivô pras tabelas verticais com Cleber Santana, além de explorar bem as laterais do campo. O Sport não tinha a posse e cedia a sua intermediária. O cenário só mudou na segunda etapa, quando Eduardo Baptista entrou com Patric no lugar de Zé Mário e centralizou Felipe Azevedo na linha de 3. O primeiro gol leonino veio com Neto Baiano, pegando o rebote do goleiro Luiz, após cabeçada de Rithely. Depois disso, o Sport recuou as linhas e reforçou proposta contragolpista. E por meio do contragolpe, ampliou com Danilo. E assim terminou. Sport 2x0 Criciúma.

Contra o Criciúma, o Sport foi no habitual 4-2-3-1, só que com Diego Souza mais centralizado na linha de 3, porém, o camisa 87 se lesionou logo aos 9 minutos de jogo e acabou passando 15 dias no DM. O Leão foi dominado pelo Criciúma dentro da Ilha do Retiro na primeira etapa. O time catarinense controlava a posse de bola, usava de Souza como pivô pras tabelas verticais com Cleber Santana, além de explorar bem as laterais do campo. O Sport não tinha a posse e cedia a sua intermediária. O cenário só mudou na segunda etapa, quando Eduardo Baptista entrou com Patric no lugar de Zé Mário e centralizou Felipe Azevedo na linha de 3. O primeiro gol leonino veio com Neto Baiano, pegando o rebote do goleiro Luiz, após cabeçada de Rithely. Depois disso, o Sport recuou as linhas e reforçou proposta contragolpista. E por meio do contragolpe, ampliou com Danilo. E assim terminou. Sport 2×0 Criciúma.

Contra o São Paulo, o Sport foi num 4-2-3-1 que virava 4-1-4-1 sem a bola de acordo com a movimentação de Ibson(que tinha funcionado bem nessa função no jogo da volta contra o Vitória pela Copa Sul-Americana, armando bem o jogo, recuando pra distribuir, mas também chegando na frente pra finalizar), que se alinhava aos volantes sem a pelota e em fase ofensiva, chegava à frente pelo meio para ser opção de conclusão de jogada. Fixava individualmente os pontas nos laterais paulistas, tentava jogar reativamente em bloco médio/baixo e negar espaços ao São Paulo, além de tentar sair rápido com Erico Jr nas costas de Reinaldo e Felipe Azevedo pelo lado esquerdo. Porém, não conseguiu, pois o São Paulo além de ser infinitamente superior tecnicamente, trabalhava com posse de bola agressiva, muitas aproximações, intensas movimentações da linha de 3 pra frente pra gerar espaços, com coletividade e todos participando de todas as fases do jogo. Em alta intensidade, o São Paulo não deu chances ao Sport. 2 a 0!

Contra o São Paulo, o Sport foi num 4-2-3-1 que virava 4-1-4-1 sem a bola de acordo com a movimentação de Ibson(que tinha funcionado bem nessa função no jogo da volta contra o Vitória pela Copa Sul-Americana, armando bem o jogo, recuando pra distribuir, mas também chegando na frente pra finalizar), que se alinhava aos volantes sem a pelota e em fase ofensiva, chegava à frente pelo meio para ser opção de conclusão de jogada. Fixava individualmente os pontas nos laterais paulistas, tentava jogar reativamente em bloco médio/baixo e negar espaços ao São Paulo, além de tentar sair rápido com Erico Jr nas costas de Reinaldo e Felipe Azevedo pelo lado esquerdo. Porém, não conseguiu, pois o São Paulo além de ser infinitamente superior tecnicamente, trabalhava com posse de bola agressiva, muitas aproximações, intensas movimentações da linha de 3 pra frente pra gerar espaços, com coletividade e todos participando de todas as fases do jogo. Em alta intensidade, o São Paulo não deu chances ao Sport. 2 a 0!

No primeiro jogo do returno, contra o Santos na Arena Pernambuco, o Sport optou por uma diferente forma de jogo no 4-2-3-1. Sem centroavante, com a saída de Neto Baiano e a introdução de Felipe Azevedo como "falso 9"/"9 móvel". Outra diferença em relação ao jogo contra o São Paulo é que Ibson não voltava pra fechar na linha dos volantes, mas alinhava-se com o homem mais avançado na primeira linha de marcação. O Sport posicionava-se predominantemente em bloco médio, com Felipe Azevedo e Ibson fazendo o cerco inicial nos volantes/zagueiros, a segunda linha de marcação posicionando-se nas proximidades da linha divisória e subindo os encaixes dos wingers nos laterais para bloquear a saída santista pelos lados do campo. Dificultava a progressão vertical entre as linhas e transição da defesa pro ataque, limitando o adversário a trocar passes laterais, sem muita objetividade. Porém, o Sport também não conseguia jogar, tinha pouca objetividade em suas ações. Porém, na oportunidade que teve, o Santos não desperdiçou e saiu na frente em rápido contragolpe. Passe diagonal de Arouca pra Thiago Ribeiro, que conquistou a vitória pessoal pra cima de Patric e de Ferron, o zagueiro da cobertura, abriu o espaço e bateu na saída do goleiro Magrão. Após cruzamento de Danilo(onde os outros 3 componentes do quarteto ofensivo estavam na área), Patric infiltrou em diagonal e cabeceou sem chances pro goleiro Aranha. Na segunda etapa, ao perceber que Patric era a principal arma pro Sport vencer aquele jogo, Eduardo Baptista colocou Vitor na lateral-direita e deu liberdade para o camisa 12 atuar como winger na linha de 3, no lugar de Erico Jr. Com Felipe Azevedo no centro do ataque, o Sport se tornou um time mais leve do meio pra frente, com mais mobilidade e também com maior poder transicional. E foi por meio de Patric que o Sport fez os outros dois gols que garantiram o triunfo. Pois é, um hat-trick! Durval fez belo lançamento diagonal(uma de suas principais qualidades) e Patric entrou no espaço entre o zagueiro e o lateral pra finalizar pras redes. Essa jogada já tinha sido executada contra o Atlético-MG, com lançamento de Durval pro ponta do lado oposto, na situação em questão era Felipe Azevedo. E o outro gol veio num contragolpe onde Danilo acionou Patric, que progrediu no espaço vazio e finalizou no canto direito do goleiro Aranha. O mesmo esquema foi usado contra a Chapecoense, porém, com Igor Fernandes no lugar de Danilo e este diferentemente de Danilo, não fazia corretamente a basculação defensiva pro lado da bola, fixando-se no lateral adversário juntamente com Erico Jr, o que deixava espaços entre os volantes e o ponta oposto, espaços estes que eram muito usados por Tiago Luis, que recuava bastante na meia-esquerda pra receber ali e tentar chutes de média distância. A Chapecoense não dava o contragolpe e o Sport tinha de propor o jogo, mas não tinha objetividade em sua posse, além dos espaços mais limitados pelo time catarinense, que achou um gol no final do primeiro tempo, com o zagueiro Douglas Grolli. Logo no início da segunda etapa, o time de Chapecó ampliou numa jogada de Leandro Banana pela direita pra cima de Renê, balançando a linha defensiva do Sport e cruzando pra Tiago Luis, que fechou em diagonal pra segunda trave e aproveitou o erro de Patric na cobertura dos zagueiros para marcar. Eduardo Baptista novamente tentou avançar Patric pra surpreender pela direita e colocou Vitor na lateral, porém, não obteve sucesso. O Leão ainda descontou com Felipe Azevedo de pênalti, porém, no finalzinho, a Chape fez mais um numa jogada ensaiada em cobrança de falta.

No primeiro jogo do returno, contra o Santos na Arena Pernambuco, o Sport optou por uma diferente forma de jogo no 4-2-3-1. Sem centroavante, com a saída de Neto Baiano e a introdução de Felipe Azevedo como “falso 9″/”9 móvel”. Outra diferença em relação ao jogo contra o São Paulo é que Ibson não voltava pra fechar na linha dos volantes, mas alinhava-se com o homem mais avançado na primeira linha de marcação. O Sport posicionava-se predominantemente em bloco médio, com Felipe Azevedo e Ibson fazendo o cerco inicial nos volantes/zagueiros, a segunda linha de marcação posicionando-se nas proximidades da linha divisória e subindo os encaixes dos wingers nos laterais para bloquear a saída santista pelos lados do campo. Dificultava a progressão vertical entre as linhas e transição da defesa pro ataque, limitando o adversário a trocar passes laterais, sem muita objetividade. Porém, o Sport também não conseguia jogar, tinha pouca objetividade em suas ações. Porém, na oportunidade que teve, o Santos não desperdiçou e saiu na frente em rápido contragolpe. Passe diagonal de Arouca pra Thiago Ribeiro, que conquistou a vitória pessoal pra cima de Patric e de Ferron, o zagueiro da cobertura, abriu o espaço e bateu na saída do goleiro Magrão. Após cruzamento de Danilo(onde os outros 3 componentes do quarteto ofensivo estavam na área), Patric infiltrou em diagonal e cabeceou sem chances pro goleiro Aranha. Na segunda etapa, ao perceber que Patric era a principal arma pro Sport vencer aquele jogo, Eduardo Baptista colocou Vitor na lateral-direita e deu liberdade para o camisa 12 atuar como winger na linha de 3, no lugar de Erico Jr. Com Felipe Azevedo no centro do ataque, o Sport se tornou um time mais leve do meio pra frente, com mais mobilidade e também com maior poder transicional. E foi por meio de Patric que o Sport fez os outros dois gols que garantiram o triunfo. Pois é, um hat-trick! Durval fez belo lançamento diagonal(uma de suas principais qualidades) e Patric entrou no espaço entre o zagueiro e o lateral pra finalizar pras redes. Essa jogada já tinha sido executada contra o Atlético-MG, com lançamento de Durval pro ponta do lado oposto, na situação em questão era Felipe Azevedo. E o outro gol veio num contragolpe onde Danilo acionou Patric, que progrediu no espaço vazio e finalizou no canto direito do goleiro Aranha. O mesmo esquema foi usado contra a Chapecoense, porém, com Igor Fernandes no lugar de Danilo e este diferentemente de Danilo, não fazia corretamente a basculação defensiva pro lado da bola, fixando-se no lateral adversário juntamente com Erico Jr, o que deixava espaços entre os volantes e o ponta oposto, espaços estes que eram muito usados por Tiago Luis, que recuava bastante na meia-esquerda pra receber ali e tentar chutes de média distância. A Chapecoense não dava o contragolpe e o Sport tinha de propor o jogo, mas não tinha objetividade em sua posse, além dos espaços mais limitados pelo time catarinense, que achou um gol no final do primeiro tempo, com o zagueiro Douglas Grolli. Logo no início da segunda etapa, o time de Chapecó ampliou numa jogada de Leandro Banana pela direita pra cima de Renê, balançando a linha defensiva do Sport e cruzando pra Tiago Luis, que fechou em diagonal pra segunda trave e aproveitou o erro de Patric na cobertura dos zagueiros para marcar. Eduardo Baptista novamente tentou avançar Patric pra surpreender pela direita e colocou Vitor na lateral, porém, não obteve sucesso. O Leão ainda descontou com Felipe Azevedo de pênalti, porém, no finalzinho, a Chape fez mais um numa jogada ensaiada em cobrança de falta.

Contra o Internacional, o Sport contou com a volta de Diego Souza, mesmo sem condições ideais de jogo. Por isso, Eduardo Baptista usou o camisa 87 mais avançado no 4-2-3-1. Desta vez, o Leão marcou no 4-1-4-1 defensivamente, com Ibson voltando como volante, deixando Diego Souza mais à frente livre de responsabilidades defensivas. Ofensivamente, também pouco se movimentou, mas quando balançava ofensivamente, predominantemente pra direita, Danilo fazia a diagonal e centralizava pra topar com a linha defensiva colorada, além de buscar a entrada no facão por algumas oportunidades. Defensivamente, o Sport foi sólido, marcando em bloco baixo, negando espaços e dificultando a criação de jogadas do Inter, que costumava ter seus homens de meio com intensa flutuação. No segundo tempo, tentou ter uma referência mais presente no ataque com a entrada de Neto Baiano no lugar de Diego Souza e mais velocidade pela direita com Erico Jr. Porém, o time continuou produzindo pouco e ficou praticamente com um a menos em campo quando Erico Jr se lesionou, obrigando Ibson a fazer a compensação espacial pela direita e fazendo o time passar a marcar no 4-4-2. Poderia ter feito mais, porém, fez o suficiente para segurar o empate contra um time de mais qualidade, naquela ocasião.

Contra o Internacional, o Sport contou com a volta de Diego Souza, mesmo sem condições ideais de jogo. Por isso, Eduardo Baptista usou o camisa 87 mais avançado no 4-2-3-1. Desta vez, o Leão marcou no 4-1-4-1 defensivamente, com Ibson voltando como volante, deixando Diego Souza mais à frente livre de responsabilidades defensivas. Ofensivamente, também pouco se movimentou, mas quando balançava ofensivamente, predominantemente pra direita, Danilo fazia a diagonal e centralizava pra topar com a linha defensiva colorada, além de buscar a entrada no facão por algumas oportunidades. Defensivamente, o Sport foi sólido, marcando em bloco baixo, negando espaços e dificultando a criação de jogadas do Inter, que costumava ter seus homens de meio com intensa flutuação. No segundo tempo, tentou ter uma referência mais presente no ataque com a entrada de Neto Baiano no lugar de Diego Souza e mais velocidade pela direita com Erico Jr. Porém, o time continuou produzindo pouco e ficou praticamente com um a menos em campo quando Erico Jr se lesionou, obrigando Ibson a fazer a compensação espacial pela direita e fazendo o time passar a marcar no 4-4-2. Poderia ter feito mais, porém, fez o suficiente para segurar o empate contra um time de mais qualidade, naquela ocasião.

Contra o Coritiba, Diego Souza jogou mais recuado, centralizado na linha dos meias. O Sport tentava propor o jogo, mas esbarrava nas compactas linhas paranaenses, que ocupavam entre 20 e 30 metros e em vários momentos do jogo, os dois times ocupavam espaços do campo curtíssimos com os 20 jogadores de linha, adotando proposta de jogo contragolpista, buscando sair em velocidade com o rápido Joel no comando de ataque. A melhor chance paranaense veio num lançamento pra diagonal de Dudu entre Durval e Renê. O Sport tinha intensa movimentação de Diego Souza, que balanceava para os lados(quando ia pra direita, fazia a sociedade triangular com Ibson e o lateral, atraía o lateral-esquerdo adversário e abria corredor pra Patric), além das centralizações de Ibson pra buscar jogo, diagonais de Danilo pra área quando a bola caía no lado oposto e também aparições de Wendel como elemento-surpresa pelo lado esquerdo do ataque fazendo a diagonal curta pra cair nas costas do lateral e opcionar esticada por cima. Na segunda etapa, o Coritiba passou a jogar mais no campo adversário e o Sport não conseguia sair, pois errava muito na transição da defesa pro ataque. Até que em uma bela jogada, Diego Souza deu um ótimo lançamento pra Felipe Azevedo, que entrou no espaço entre o zagueiro e o lateral, e finalizou no canto esquerdo do goleiro Vanderlei. O Coritiba passou a jogar praticamente num 4-2-4, avançando totalmente suas linhas e deixando espaços para os contragolpes leoninos. O Sport ainda teve chances de ampliar, mas não foi feliz nas conclusões.

Contra o Coritiba, Diego Souza jogou mais recuado, centralizado na linha dos meias. O Sport tentava propor o jogo, mas esbarrava nas compactas linhas paranaenses, que ocupavam entre 20 e 30 metros e em vários momentos do jogo, os dois times ocupavam espaços do campo curtíssimos com os 20 jogadores de linha, adotando proposta de jogo contragolpista, buscando sair em velocidade com o rápido Joel no comando de ataque. A melhor chance paranaense veio num lançamento pra diagonal de Dudu entre Durval e Renê. O Sport tinha intensa movimentação de Diego Souza, que balanceava para os lados(quando ia pra direita, fazia a sociedade triangular com Ibson e o lateral, atraía o lateral-esquerdo adversário e abria corredor pra Patric), além das centralizações de Ibson pra buscar jogo, diagonais de Danilo pra área quando a bola caía no lado oposto e também aparições de Wendel como elemento-surpresa pelo lado esquerdo do ataque fazendo a diagonal curta pra cair nas costas do lateral e opcionar esticada por cima. Na segunda etapa, o Coritiba passou a jogar mais no campo adversário e o Sport não conseguia sair, pois errava muito na transição da defesa pro ataque. Até que em uma bela jogada, Diego Souza deu um ótimo lançamento pra Felipe Azevedo, que entrou no espaço entre o zagueiro e o lateral, e finalizou no canto esquerdo do goleiro Vanderlei. O Coritiba passou a jogar praticamente num 4-2-4, avançando totalmente suas linhas e deixando espaços para os contragolpes leoninos. O Sport ainda teve chances de ampliar, mas não foi feliz nas conclusões.

Diante do Bahia, o Sport controlou boa parte do jogo, tendo a posse de bola, circulando-a com passes laterais, com movimentação para progressão, Neto Baiano trabalhando de forma mais móvel na frente, procurando diagonais pra receber nas costas dos zagueiros, aproximando com os que vinham de frente pra tabelar, Diego Souza usando de suas arrancadas pelo meio e Ibson também centralizando pra ter presença nas jogadas por dentro. Sem a bola, 4-4-2 em linhas, marcando de forma compacta em bloco médio/baixo, com os volantes roubando bem as bolas, com bom tempo de bola e poder de desarme/interceptação. O único problema é que Ibson, de ritmo mais lento, não conseguia acompanhar a passagem do lateral-direito Railan, que chegava com força e velocidade pelo flanco direito fazendo 2x1 junto com o ponta baiano pra cima de Renê. Na segunda etapa, o Bahia passou a adiantar as linhas para exercer pressão em bloco alto na saída de bola, subindo os encaixes e bloqueando a transição entre os setores, o que dificultou que o Sport jogasse. E a entrada de William Barbio deu um calor no lado direito da defesa pro Sport. Foi dele a jogada do gol de Railan que garantiu o triunfo baiano por 1 a 0. Foi no fundo, balançou a linha defensiva do Sport, Emanuel Biancucchi perdeu o gol quase embaixo da barra e a bola sobrou na área. O lateral-direito baiano entrou em diagonal e mandou pras redes. O Sport ainda tentou esboçar uma reação, mas não conseguiu.

Diante do Bahia, o Sport controlou boa parte do jogo, tendo a posse de bola, circulando-a com passes laterais, com movimentação para progressão, Neto Baiano trabalhando de forma mais móvel na frente, procurando diagonais pra receber nas costas dos zagueiros, aproximando com os que vinham de frente pra tabelar, Diego Souza usando de suas arrancadas pelo meio e Ibson também centralizando pra ter presença nas jogadas por dentro. Sem a bola, 4-4-2 em linhas, marcando de forma compacta em bloco médio/baixo, com os volantes roubando bem as bolas, com bom tempo de bola e poder de desarme/interceptação. O único problema é que Ibson, de ritmo mais lento, não conseguia acompanhar a passagem do lateral-direito Railan, que chegava com força e velocidade pelo flanco direito fazendo 2×1 junto com o ponta baiano pra cima de Renê. Na segunda etapa, o Bahia passou a adiantar as linhas para exercer pressão em bloco alto na saída de bola, subindo os encaixes e bloqueando a transição entre os setores, o que dificultou que o Sport jogasse. E a entrada de William Barbio deu um calor no lado direito da defesa pro Sport. Foi dele a jogada do gol de Railan que garantiu o triunfo baiano por 1 a 0. Foi no fundo, balançou a linha defensiva do Sport, Emanuel Biancucchi perdeu o gol quase embaixo da barra e a bola sobrou na área. O lateral-direito baiano entrou em diagonal e mandou pras redes. O Sport ainda tentou esboçar uma reação, mas não conseguiu.

Contra o Cruzeiro, o Sport se caracterizou pelo forte sistema de marcação, novamente compactando duas linhas de quatro em bloco baixo na fase defensiva, negando espaços e dificultando o time mineiro, que tentava propor o jogo. Ofensivamente, também criou pouco, apesar de ter chegado algumas vezes com perigo em rápidos contra-ataques. O forte lado direito leonino com Patric foi anulado. No 4-2-3-1 do Cruzeiro, Everton Ribeiro não voltava com Renê pela esquerda, porém, Marquinhos fixava-se individualmente em Patric sem a bola, para conter as investidas do mesmo que tentava atacar o corredor quando Ibson centralizava e atraía o lateral pra dentro em situações em que a bola caía no lado oposto. No geral, um jogo morno, com poucas chances para os dois lados. No geral, o empate sem gols acabou sendo o resultado mais justo. Contra o Corinthians, o mesmo esquema foi utilizado. O Sport iniciou o jogo atacando, tendo agressividade, jogando no campo rival e também fechando os espaços sem a bola com as linhas mais recolhidas. Levou perigo por duas vezes com Felipe Azevedo. Em uma delas, Ibson atraiu o lateral e ele traçou a diagonal longa do lado do cruzamento para a segunda trave pra receber no espaço vazio e concluir, mas não acertou o alvo. Na outra, Diego Souza deu a enfiada de ruptura pra Felipe Azevedo atacar o espaço entre os zagueiros e o lateral-direito Fagner, porém, ele tentou encobrir Cássio e acabou perdendo. O castigo veio com um gol corintiano de bola parada. Um jogador fez a diagonal curta pra primeira trave e o zagueiro Anderson Martins veio de trás, atacando o espaço e cabeceando no canto esquerdo do goleiro Magrão. Com isso, o Sport teve que sair pra jogar, mas não conseguia ter a posse de bola e quando tinha, pouco objetivo e sem a movimentação para criar espaços. Na base dos contra-ataques, o Corinthians fez mais dois gols e decidiu o jogo. Guerrero e Luciano fizeram os dois últimos gols do 3x0 paulista.

Contra o Cruzeiro, o Sport se caracterizou pelo forte sistema de marcação, novamente compactando duas linhas de quatro em bloco baixo na fase defensiva, negando espaços e dificultando o time mineiro, que tentava propor o jogo. Ofensivamente, também criou pouco, apesar de ter chegado algumas vezes com perigo em rápidos contra-ataques. O forte lado direito leonino com Patric foi anulado. No 4-2-3-1 do Cruzeiro, Everton Ribeiro não voltava com Renê pela esquerda, porém, Marquinhos fixava-se individualmente em Patric sem a bola, para conter as investidas do mesmo que tentava atacar o corredor quando Ibson centralizava e atraía o lateral pra dentro em situações em que a bola caía no lado oposto. No geral, um jogo morno, com poucas chances para os dois lados. No geral, o empate sem gols acabou sendo o resultado mais justo. Contra o Corinthians, o mesmo esquema foi utilizado. O Sport iniciou o jogo atacando, tendo agressividade, jogando no campo rival e também fechando os espaços sem a bola com as linhas mais recolhidas. Levou perigo por duas vezes com Felipe Azevedo. Em uma delas, Ibson atraiu o lateral e ele traçou a diagonal longa do lado do cruzamento para a segunda trave pra receber no espaço vazio e concluir, mas não acertou o alvo. Na outra, Diego Souza deu a enfiada de ruptura pra Felipe Azevedo atacar o espaço entre os zagueiros e o lateral-direito Fagner, porém, ele tentou encobrir Cássio e acabou perdendo. O castigo veio com um gol corintiano de bola parada. Um jogador fez a diagonal curta pra primeira trave e o zagueiro Anderson Martins veio de trás, atacando o espaço e cabeceando no canto esquerdo do goleiro Magrão. Com isso, o Sport teve que sair pra jogar, mas não conseguia ter a posse de bola e quando tinha, pouco objetivo e sem a movimentação para criar espaços. Na base dos contra-ataques, o Corinthians fez mais dois gols e decidiu o jogo. Guerrero e Luciano fizeram os dois últimos gols do 3×0 paulista.

Diante do Grêmio, em Porto Alegre, o Sport foi numa dinâmica diferente na linha de meias do 4-2-3-1 com Augusto(que vinha perdendo espaço cada vez mais depois do período de parada pra Copa do Mundo) e Danilo nas extremas. Assim como no jogo anterior, iniciou a partida se impondo, subindo linhas e jogando no campo inimigo, e sem a bola também jogando de forma compacta atrás da linha da bola como é de característica da equipe comandada por Eduardo Baptista. Uma das melhores chances foi numa ocasião que Neto Baiano pressionou o zagueiro, roubou alto e sofreu falta. Na cobrança, o próprio Neto Baiano acertou o travessão. Outra grande oportunidade foi num lançamento onde Patric veio de trás e atacou o espaço paralelo ao lateral-esquerdo gremista na área. Porém, ele cabeceou fraco e o goleiro defendeu. Boas oportunidades também chegaram a surgir em arrancadas de Diego Souza pelo meio, principal característica do camisa 87. Assim como nos outros jogos, o Sport conseguia criar as situações, mas falhava na fase final de construção de jogadas, a conclusão. O castigo veio com gol do Grêmio num erro de basculação defensiva de Augusto. Barcos buscou o pivô no espaço entre os volantes e os zagueiros por dentro, foi travado e a bola sobrou no espaço lateral aos volantes. Augusto não fechou por ali(como deveria ser feito pelo princípio do balanceamento defensivo em função da movimentação da bola), Alan Ruiz projetou-se por ali e mandou uma pancada no canto direito do goleiro Magrão. Na segunda etapa, Eduardo Baptista colocou Ananias e Mike nos lugares de Augusto e Neto Baiano, "jogando" Diego Souza para o comando do ataque. Ganhou mais mobilidade e tirou a referência de marcação dos zagueiros adversários, já que muitas vezes Diego Souza buscava o entrelinhas pra armar o jogo. Do outro lado, Luis Felipe Scolari recuou as linhas num 4-1-4-1 bem fechado na própria intermediária, fixando individualmente os wingers nos laterais rubro-negros e colocando para acompanhá-los até o fim. A melhor chance do Sport veio num cruzamento certeiro de Renê para Ananias, que fechou na área e inteligentemente se posicionou entre o zagueiro e o lateral-esquerdo, mas cabeceou incrivelmente para fora. E o futebol realmente castiga! Em rápido contragolpe, Dudu recebeu em velocidade nas costas da defesa do Sport, driblou Magrão e tocou pro gol vazio, definindo o jogo. Grêmio 2 x 0 Sport!

Diante do Grêmio, em Porto Alegre, o Sport foi numa dinâmica diferente na linha de meias do 4-2-3-1 com Augusto(que vinha perdendo espaço cada vez mais depois do período de parada pra Copa do Mundo) e Danilo nas extremas. Assim como no jogo anterior, iniciou a partida se impondo, subindo linhas e jogando no campo inimigo, e sem a bola também jogando de forma compacta atrás da linha da bola como é de característica da equipe comandada por Eduardo Baptista. Uma das melhores chances foi numa ocasião que Neto Baiano pressionou o zagueiro, roubou alto e sofreu falta. Na cobrança, o próprio Neto Baiano acertou o travessão. Outra grande oportunidade foi num lançamento onde Patric veio de trás e atacou o espaço paralelo ao lateral-esquerdo gremista na área. Porém, ele cabeceou fraco e o goleiro defendeu. Boas oportunidades também chegaram a surgir em arrancadas de Diego Souza pelo meio, principal característica do camisa 87. Assim como nos outros jogos, o Sport conseguia criar as situações, mas falhava na fase final de construção de jogadas, a conclusão. O castigo veio com gol do Grêmio num erro de basculação defensiva de Augusto. Barcos buscou o pivô no espaço entre os volantes e os zagueiros por dentro, foi travado e a bola sobrou no espaço lateral aos volantes. Augusto não fechou por ali(como deveria ser feito pelo princípio do balanceamento defensivo em função da movimentação da bola), Alan Ruiz projetou-se por ali e mandou uma pancada no canto direito do goleiro Magrão. Na segunda etapa, Eduardo Baptista colocou Ananias e Mike nos lugares de Augusto e Neto Baiano, “jogando” Diego Souza para o comando do ataque. Ganhou mais mobilidade e tirou a referência de marcação dos zagueiros adversários, já que muitas vezes Diego Souza buscava o entrelinhas pra armar o jogo. Do outro lado, Luis Felipe Scolari recuou as linhas num 4-1-4-1 bem fechado na própria intermediária, fixando individualmente os wingers nos laterais rubro-negros e colocando para acompanhá-los até o fim. A melhor chance do Sport veio num cruzamento certeiro de Renê para Ananias, que fechou na área e inteligentemente se posicionou entre o zagueiro e o lateral-esquerdo, mas cabeceou incrivelmente para fora. E o futebol realmente castiga! Em rápido contragolpe, Dudu recebeu em velocidade nas costas da defesa do Sport, driblou Magrão e tocou pro gol vazio, definindo o jogo. Grêmio 2 x 0 Sport!

Contra o Vitória na Ilha do Retiro, Eduardo Baptista colocou Diego Souza novamente na referência de ataque do 4-2-3-1 e resolveu dar mais liberdade pra Patric, colocando-o mais avançado na dobradinha com Vitor pela direita, além da volta de Ibson que ficou fora do confronto contra o Grêmio porque o Sport precisava de mais velocidade e explosão pela direita, só que dessa vez, voltou como meia-central. Porém, os planos de Eduardo foram frustados logo aos 49 segundos, com gol contra de Rithely após levantamento para a área. Com o gol sofrido, o Sport ficou nervoso em campo, errando muitos passes, sem objetividade na posse e cedendo muitos espaços em sua intermediária defensiva. A situação só piorou quando Dinei ampliou para os baianos. Diego Souza, de cabeça, descontou para o Sport e deu um pouco mais de esperanças ao torcedor leonino, porém, o Sport não mudou muito de postura na segunda etapa. Sonolento, previsível, pouco criativo, sem objetividade com a bola, sem movimentação, sem criatividade, errando na saída de bola, na fase de ataque organizado. Faltava concentração e paciência. Isso só facilitou as coisas para o Vitória, que manteve sua proposta, bem fechado para segurar o resultado positivo a seu favor.

Contra o Vitória na Ilha do Retiro, Eduardo Baptista colocou Diego Souza novamente na referência de ataque do 4-2-3-1 e resolveu dar mais liberdade pra Patric, colocando-o mais avançado na dobradinha com Vitor pela direita, além da volta de Ibson que ficou fora do confronto contra o Grêmio porque o Sport precisava de mais velocidade e explosão pela direita, só que dessa vez, voltou como meia-central. Porém, os planos de Eduardo foram frustados logo aos 49 segundos, com gol contra de Rithely após levantamento para a área. Com o gol sofrido, o Sport ficou nervoso em campo, errando muitos passes, sem objetividade na posse e cedendo muitos espaços em sua intermediária defensiva. A situação só piorou quando Dinei ampliou para os baianos. Diego Souza, de cabeça, descontou para o Sport e deu um pouco mais de esperanças ao torcedor leonino, porém, o Sport não mudou muito de postura na segunda etapa. Sonolento, previsível, pouco criativo, sem objetividade com a bola, sem movimentação, sem criatividade, errando na saída de bola, na fase de ataque organizado. Faltava concentração e paciência. Isso só facilitou as coisas para o Vitória, que manteve sua proposta, bem fechado para segurar o resultado positivo a seu favor.

Contra o Botafogo, o Sport entrou no mesmo 4-2-3-1, só que com Patric de volta à lateral e Felipe Azevedo mais aberto pelo flanco direito. No meio, Eduardo Baptista optou por uma dupla de volantes de mais marcação, com a volta de Rodrigo Mancha depois de mais de um mês no departamento médico, para atuar ao lado do garoto Ronaldo. Sem a bola, compactação curta em bloco baixo, jogo transicional, buscando a saída rápida. Em ligação direta, Diego Souza ganhou dos zagueiros na individualidade e bateu na saída de Jefferson para abrir o placar para o Leão. Depois do gol marcado, o Sport passou a ter dificuldades de articulação de contragolpes e retenção de posse, empurrando o Botafogo pra dentro de seu campo. Até que na segunda etapa, numa cobrança de falta de Wallyson, o time carioca deixou tudo igual. E assim permaneceu até o fim da partida. 1x1! O mesmo esquema foi usado contra o Goiás, onde o Sport iniciou propondo o jogo e criando os espaços, com Ibson chegando na área, atacando os espaços vazios para finalizar e Felipe Azevedo explorando as costas do lateral-esquerdo Felipe Saturnino, enquanto Ananias fechava em diagonal pra área, atraindo o lateral oposto e Diego Souza recuava pra armar, mas também segurava os zagueiros. O Goiás tinha proposta reativa, mas escapou de sair perdendo na primeira etapa. No segundo tempo, o time goiano passou a marcar pressão alta, bloqueando a saída de bola, a transição entre os setores e encurralando o time da casa. O Sport ainda teve algumas chances, mas não aproveitou. O Goiás levava perigo com a movimentação de Erik no limite da linha de zagueiros do Sport, balançando pros lados e abrindo espaços, além de Esquerdinha, que chegava com velocidade entre as linhas de meio e ataque, além de Thiago Mendes, uma das válvulas de escape, que acelerava o jogo pela direita e também chegava pelo meio. No último minuto de jogo, o Goiás mostrou que perder chances claras de gols pode ser fatal. Esquerdinha aproveitou um erro de Renê na cobertura por dentro e fez o gol que garantiu a vitória goiana em plena Ilha do Retiro.

Contra o Botafogo, o Sport entrou no mesmo 4-2-3-1, só que com Patric de volta à lateral e Felipe Azevedo mais aberto pelo flanco direito. No meio, Eduardo Baptista optou por uma dupla de volantes de mais marcação, com a volta de Rodrigo Mancha depois de mais de um mês no departamento médico, para atuar ao lado do garoto Ronaldo. Sem a bola, compactação curta em bloco baixo, jogo transicional, buscando a saída rápida. Em ligação direta, Diego Souza ganhou dos zagueiros na individualidade e bateu na saída de Jefferson para abrir o placar para o Leão. Depois do gol marcado, o Sport passou a ter dificuldades de articulação de contragolpes e retenção de posse, empurrando o Botafogo pra dentro de seu campo. Até que na segunda etapa, numa cobrança de falta de Wallyson, o time carioca deixou tudo igual. E assim permaneceu até o fim da partida. 1×1! O mesmo esquema foi usado contra o Goiás, onde o Sport iniciou propondo o jogo e criando os espaços, com Ibson chegando na área, atacando os espaços vazios para finalizar e Felipe Azevedo explorando as costas do lateral-esquerdo Felipe Saturnino, enquanto Ananias fechava em diagonal pra área, atraindo o lateral oposto e Diego Souza recuava pra armar, mas também segurava os zagueiros. O Goiás tinha proposta reativa, mas escapou de sair perdendo na primeira etapa. No segundo tempo, o time goiano passou a marcar pressão alta, bloqueando a saída de bola, a transição entre os setores e encurralando o time da casa. O Sport ainda teve algumas chances, mas não aproveitou. O Goiás levava perigo com a movimentação de Erik no limite da linha de zagueiros do Sport, balançando pros lados e abrindo espaços, além de Esquerdinha, que chegava com velocidade entre as linhas de meio e ataque, além de Thiago Mendes, uma das válvulas de escape, que acelerava o jogo pela direita e também chegava pelo meio. No último minuto de jogo, o Goiás mostrou que perder chances claras de gols pode ser fatal. Esquerdinha aproveitou um erro de Renê na cobertura por dentro e fez o gol que garantiu a vitória goiana em plena Ilha do Retiro.

Contra o Atlético-MG no Horto, o Sport novamente entrou com jogo reativo, atacando no 4-2-3-1 e marcando no 4-4-2. O Leão da Ilha saiu na frente em deslocamento de Diego Souza pro fundo e o cruzamento aberto, com Rodrigo Mancha infiltrando de trás e finalizando. o Victor deu rebote e o próprio Mancha mandou pras redes. Porém, em falta duvidosa, o Atlético-MG chegou ao empate com gol do zagueiro Tiago na cobrança. O Sport ainda teve chances de voltar à frente do placar em jogada de Felipe Azevedo pela direita, balançando a defesa atleticana e Wendel aparecendo em diagonal pra concluir na segunda trave, mas mandou por cima do gol. Na segunda etapa, o Galo ampliou com Dátolo e fez 3x1 com Carlos, mas ficou com um a menos depois da expulsão do goleiro Victor, após cometer falta em Wendel. Danilo ainda descontou para o Sport.

Contra o Atlético-MG no Horto, o Sport novamente entrou com jogo reativo, atacando no 4-2-3-1 e marcando no 4-4-2. O Leão da Ilha saiu na frente em deslocamento de Diego Souza pro fundo e o cruzamento aberto, com Rodrigo Mancha infiltrando de trás e finalizando. o Victor deu rebote e o próprio Mancha mandou pras redes. Porém, em falta duvidosa, o Atlético-MG chegou ao empate com gol do zagueiro Tiago na cobrança. O Sport ainda teve chances de voltar à frente do placar em jogada de Felipe Azevedo pela direita, balançando a defesa atleticana e Wendel aparecendo em diagonal pra concluir na segunda trave, mas mandou por cima do gol. Na segunda etapa, o Galo ampliou com Dátolo e fez 3×1 com Carlos, mas ficou com um a menos depois da expulsão do goleiro Victor, após cometer falta em Wendel. Danilo ainda descontou para o Sport.

Contra o Figueirense, o Sport foi no esquema habitual e usado nos jogos anteriores, 4-2-3-1 com e 4-4-2 sem bola, marcando compactadamente e basculando perfeitamente pro lado atacado. Porém, com bola, tinha dificuldades de penetração contra um Figueira que marcava compactadamente com o tripé de volantes balanceando pro lado da bola. Faltava mais intensidade e movimentação. O time catarinense tentava jogar na base do contragolpe, porém, não conseguia acelerar o transição e o Sport Na base da garra, da insistência, o Sport conseguiu dar fim à sequência de 8 jogos sem perder. Eduardo Baptista acionou o garoto Joelinton no lugar de Danilo e jogou Diego Souza para a esquerda. Ali Eduardo descobria o cara que seria o centroavante do Sport na reta final do campeonato. Demonstrando boa mobilidade e fazendo muito bem o trabalho de pivô. No lance do gol de pênalti marcado por Diego Souza, ele balançou para a esquerda no limite da linha de zagueiros do Figueirense(onde ficava postado para dar profundidade ao ataque) e acionou Ibson que entrou na diagonal pra área e foi derrubado. O time catarinense ainda tentou, mas não conseguiu reverter o resultado desfavorável.

Contra o Figueirense, o Sport foi no esquema habitual e usado nos jogos anteriores, 4-2-3-1 com e 4-4-2 sem bola, marcando compactadamente e basculando perfeitamente pro lado atacado. Porém, com bola, tinha dificuldades de penetração contra um Figueira que marcava compactadamente com o tripé de volantes balanceando pro lado da bola. Faltava mais intensidade e movimentação. O time catarinense tentava jogar na base do contragolpe, porém, não conseguia acelerar o transição e o Sport Na base da garra, da insistência, o Sport conseguiu dar fim à sequência de 8 jogos sem perder. Eduardo Baptista acionou o garoto Joelinton no lugar de Danilo e jogou Diego Souza para a esquerda. Ali Eduardo descobria o cara que seria o centroavante do Sport na reta final do campeonato. Demonstrando boa mobilidade e fazendo muito bem o trabalho de pivô. No lance do gol de pênalti marcado por Diego Souza, ele balançou para a esquerda no limite da linha de zagueiros do Figueirense(onde ficava postado para dar profundidade ao ataque) e acionou Ibson que entrou na diagonal pra área e foi derrubado. O time catarinense ainda tentou, mas não conseguiu reverter o resultado desfavorável.

Diante do Flamengo, o Sport não teve Diego Souza(suspenso) e foi com Joelinton na referência do ataque. O Leão entrou em ritmo sonolento, mais atrás, marcando compactadamente em duas linhas e balanceando para o lado atacado. Porém, sofreu dois gols logo no início. No primeiro, o Flamengo atacou nas costas de Renê(Wendel fechou na cobertura pelo princípio do encaixe no setor) e cruzou pra área. Elton atraiu o zagueiro do lado oposto ao do cruzamento e Márcio Araújo infiltrou de trás, no espaço entre os dois zagueiros leoninos, antecipando-se ao goleiro Magrão e desviando pro gol. No segundo, fez a jogada pela direita, Elton fechou com o zagueiro oposto e o ponta flamenguista oposto(Nixon) ganhou do lateral da cobertura por dentro e cabeceou pras redes. Tendo que propor o jogo, o Sport encontrou as mesmas dificuldades de sempre, principalmente porque tinha que reverter uma desvantagem de dois gols e pelo fato de que o Flamengo, postado no 4-1-4-1, fazia o encaixe perfeito no 4-2-3-1 do Sport e fixava os wingers nos laterais, de modo que muitas vezes o portador da bola tinha suas linhas de passe todas elas encaixadas e era obrigado a apostar em ligações diretas ou trocar passes lateralmente sem objetividade. A entrada de Danilo no lugar de Renê deu mais velocidade e mobilidade ao Sport, já que o camisa 6 estava inoperante ofensivamente. Danilo espetava bastante pelo flanco direito pra dar amplitude ao ataque junto com Patric que passou a se soltar ainda mais pela direita. Além do gol de falta, levou perigo entrando em diagonal pra segunda trave num cruzamento originário do flanco oposto e no final, participou da jogada do gol de Mike, tabelando com Patric na direita. Um empate heroico e injusto, pois o Flamengo foi muito superior tecnicamente e taticamente na partida.

Diante do Flamengo, o Sport não teve Diego Souza(suspenso) e foi com Joelinton na referência do ataque. O Leão entrou em ritmo sonolento, mais atrás, marcando compactadamente em duas linhas e balanceando para o lado atacado. Porém, sofreu dois gols logo no início. No primeiro, o Flamengo atacou nas costas de Renê(Wendel fechou na cobertura pelo princípio do encaixe no setor) e cruzou pra área. Elton atraiu o zagueiro do lado oposto ao do cruzamento e Márcio Araújo infiltrou de trás, no espaço entre os dois zagueiros leoninos, antecipando-se ao goleiro Magrão e desviando pro gol. No segundo, fez a jogada pela direita, Elton fechou com o zagueiro oposto e o ponta flamenguista oposto(Nixon) ganhou do lateral da cobertura por dentro e cabeceou pras redes. Tendo que propor o jogo, o Sport encontrou as mesmas dificuldades de sempre, principalmente porque tinha que reverter uma desvantagem de dois gols e pelo fato de que o Flamengo, postado no 4-1-4-1, fazia o encaixe perfeito no 4-2-3-1 do Sport e fixava os wingers nos laterais, de modo que muitas vezes o portador da bola tinha suas linhas de passe todas elas encaixadas e era obrigado a apostar em ligações diretas ou trocar passes lateralmente sem objetividade. A entrada de Danilo no lugar de Renê deu mais velocidade e mobilidade ao Sport, já que o camisa 6 estava inoperante ofensivamente. Danilo espetava bastante pelo flanco direito pra dar amplitude ao ataque junto com Patric que passou a se soltar ainda mais pela direita. Além do gol de falta, levou perigo entrando em diagonal pra segunda trave num cruzamento originário do flanco oposto e no final, participou da jogada do gol de Mike, tabelando com Patric na direita. Um empate heroico e injusto, pois o Flamengo foi muito superior tecnicamente e taticamente na partida.

Esquema utilizado na reta final do Campeonato Brasileiro, onde o Sport ficou 7 jogos sem perder. 4-3-3/4-1-4-1 que marcava em bloco baixo, de forma compacta e curta, com Joelinton alternando bem nos momentos de pressão nos zagueiros e no primeiro volante adversário, 4 jogadores da linha de meio balanceando pro lado da bola(winger oposto não balanceava por causa de sua referência fixamente individual no lateral adversário) pra proteger o lado atacado e a faixa central em caso de centralização de jogada por parte do adversário. O sistema de marcação voltou a ter aquela segurança e solidez característica do início do ano. Pela esquerda, Diego Souza só fazia o acompanhamento do lateral adversário até o trecho inicial da intermediária defensiva leonina, exigindo as compensações espaciais/diagonais de cobertura do espaço às costas de Renê para evitar o 2x1/inferioridade numérica no setor. Geralmente Danilo é quem passava a dar o auxílio direto à Renê nessas ocasiões, enquanto Diego Souza ficava projetado nas costas do lateral-direito quando este subia, para iniciar a transição defesa-ataque após a retomada. Ofensivamente, Diego Souza arma o time a partir da esquerda, busca a bola, vira o jogo, busca o drible e dá o passe de ruptura. Mike é a opção de linha de fundo/beirada de campo, mas também entra constantemente em diagonal pra buscar a rutpura na linha defensiva adversária e abrir o corredor pra Patric, centralizando quando a bola cai no lado contrário. Patric continua sendo a principal "válvula de escape" do time, indo bem no fundo, tendo ímpeto ofensivo, atacando o espaço vazio quando o ponta fecha por dentro e também entrando/tabelando na diagonal de fora pra dentro com Joelinton fazendo o pivô. Renê também subiu de produção ofensivamente, chegando com mais força ao ataque e criando boas situações quando corta a jogada pra dentro. Joelinton, além do ótimo trabalho de pivô e abertura de espaços pra ruptura da última linha, segura bem a bola na frente e finaliza forte. Jogador promissor para 2015.

Esquema utilizado na reta final do Campeonato Brasileiro, onde o Sport ficou 7 jogos sem perder. 4-3-3/4-1-4-1 que marcava em bloco baixo, de forma compacta e curta, com Joelinton alternando bem nos momentos de pressão nos zagueiros e no primeiro volante adversário, 4 jogadores da linha de meio balanceando pro lado da bola(winger oposto não balanceava por causa de sua referência fixamente individual no lateral adversário) pra proteger o lado atacado e a faixa central em caso de centralização de jogada por parte do adversário. O sistema de marcação voltou a ter aquela segurança e solidez característica do início do ano. Pela esquerda, Diego Souza só fazia o acompanhamento do lateral adversário até o trecho inicial da intermediária defensiva leonina, exigindo as compensações espaciais/diagonais de cobertura do espaço às costas de Renê para evitar o 2×1/inferioridade numérica no setor. Geralmente Danilo é quem passava a dar o auxílio direto à Renê nessas ocasiões, enquanto Diego Souza ficava projetado nas costas do lateral-direito quando este subia, para iniciar a transição defesa-ataque após a retomada. Ofensivamente, Diego Souza arma o time a partir da esquerda, busca a bola, vira o jogo, busca o drible e dá o passe de ruptura. Mike é a opção de linha de fundo/beirada de campo, mas também entra constantemente em diagonal pra buscar a rutpura na linha defensiva adversária e abrir o corredor pra Patric, centralizando quando a bola cai no lado contrário. Patric continua sendo a principal “válvula de escape” do time, indo bem no fundo, tendo ímpeto ofensivo, atacando o espaço vazio quando o ponta fecha por dentro e também entrando/tabelando na diagonal de fora pra dentro com Joelinton fazendo o pivô. Renê também subiu de produção ofensivamente, chegando com mais força ao ataque e criando boas situações quando corta a jogada pra dentro. Joelinton, além do ótimo trabalho de pivô e abertura de espaços pra ruptura da última linha, segura bem a bola na frente e finaliza forte. Jogador promissor para 2015.

 

No geral, um bom ano para o Leão da Praça da Bandeira. Início de ano meteórico, com dois títulos regionais, início de campanha promissor no Brasileirão, chegando a brigar por Libertadores, porém, sem forças para manter presente nessa briga. Outro momento que marcou o Leão e a carreira de Eduardo Baptista foi a sequência de 8 jogos sem vencer, inclusive com ameaça de rebaixamento(mesmo que um pouco mais de longe), porém, o time conseguiu dar a volta por cima e encerrar bem o campeonato em 11º lugar(por pouco não terminou no G-10). Outra boa novidade é a integração base-profissional, com mais chances pros atletas oriundo da base leonina no profissional(como Joelinton, Oswaldo, Ronaldo, Erico Junior e James Dean), além de Renê, que subiu em 2012, mas só veio ter regularidade e afirmação esse ano, e juntamente com Patric, foi um dos que Eduardo fez subir de produção. Nas categorias de base, têm se implantado um projeto que visa justamente essa integração e na formação dos jogadores, dar mais noção tática e aprimoramento técnico, além de formar um modelo de jogo similar ao profissional para facilitar a adaptação quando os mesmos sobem. No sub-20, viu-se por vezes o time marcando no 4-4-2 com compactação curta entre as linhas de defesa e meio e basculação defensiva bem realizada, e no sub-17 viu-se o 4-1-4-1 também com a compactação curta em bloco bem baixo, mais com curtíssima distância entre defesa e meio, centroavante compactando e fechando espaços na linha dos volantes, pontas acompanhando os laterais até o fim(apesar de ficarem fixos nos mesmos, de modo que só 4 componentes da linha de meio balançam pro lado atacado). Proposta reativa, assim como o profissional. Deste modo, as coisas ficam mais fáceis.

Eduardo Baptista é um treinador estudioso, muito dedicado ao clube, uma pessoa simples, humilde, de muito caráter e que sabe gerenciar muito bem um grupo, além de ser muito fiel às suas próprias convicções e não se deixar levar por opiniões alheias. Jovem, de primeira viagem, moderno, inteligente, muitos são os adjetivos que podem descrever Eduardo Baptista. Também vale destacar o bom trabalho da diretoria leonina, que montou um elenco jovem, já buscando formar uma base para que quando se termine uma temporada, já se tenha pelo menos 11 jogadores para iniciar a outra, e principalmente jogadores com vontade de crescer e úteis/versáteis taticamente, já que a versatilidade é quase requisito básico no futebol moderno. Além de ter mantido Eduardo Baptista quando muitos pediram sua saída, apostando a fundo no projeto de médio a longo prazo, o que é de se tirar o chapéu, já que demitir o treinador nas crises é uma prática muito comum no futebol brasileiro. Hoje, o Sport tem uma boa base pra começar 2015, mas não pode errar nas contratações pontuais. Porém, as expectativas são boas e de que pode mais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Análise tática: Atlético-PR 0 x 1 Sport!

Prancheta- Atlético PR 0 x 1 Sport

Eduardo Baptista deu um belo nó tático em Claudinei Oliveira na Arena da Baixada, com moderna proposta de jogo(o que não é novidade pra ninguém), na vitória do Sport em cima do Atlético-PR por 1 a 0, que fez o Leão da Praça da Bandeira chegar aos 44 pontos e praticamente evitar qualquer possibilidade de rebaixamento.
O time pernambucano foi a campo de forma um pouco diferente do habitual. Num 4-3-3/4-1-4-1 com Diego Souza e Mike compondo os lados do campo e tendo liberdade de entrar em diagonal em fase ofensiva(principalmente o primeiro citado), Joelinton centralizado no ataque e Danilo formando o tripé de meio ao lado de Rodrigo Mancha e Rithely, mas com bola também subindo e buscando dar apoio pelo lado esquerdo. Marcava de forma bem compactada, em bloco baixo, com 9 homens atrás da linha da bola e 4 componentes da linha de meio fazendo a basculação defensiva para o lado atacado, já que Mike e Diego Souza fixavam-se individualmente nos laterais atleticanos e o segundo citado compactava a linha de meio, mas tinha pouca participação ativa nessa fase defensiva até quando a bola caía pelo seu flanco, exigindo compensações espaciais e as diagonais de cobertura por parte dos volantes. Proposta claramente reativa, negava espaços à progressão vertical, impedia a ultrapassagem pela segunda linha por dentro e obrigava o time paranaense a trocar passes lateralmente, pois o CAP praticamente não tinha espaço para avançar e era forçado a jogar ainda mais pelos flancos, zona pelo qual o time tem jogadores agudos e de velocidade.
O CAP foi no habitual 4-2-3-1, fechando duas linhas de quatro(4-4-2), deixando Bady e Cléo mais à frente. Marcava em bloco médio/baixo, também caracterizando-se pela fixação dos seus wingers nos laterais adversários. Tentava propor o jogo, mas tinha muitas dificuldades de criar espaços para conseguir a penetração. O Sport tinha pouca posse/retenção de bola na frente e também não conseguia encaixar o contragolpe na primeira etapa(só chegando com efetividade em um lance).
O cenário mudou no segundo tempo após o gol de Diego Souza aos 9 minutos. O CAP partiu com tudo em busca do resultado e o Sport recuou ainda mais suas linhas. Eduardo Baptista buscou reforçar a marcação pelos extremos e colocou Diego Souza livre de esforços na recomposição defensiva e terminou o jogo com o lateral-esquerdo Igor Fernandes e o médio-volante Augusto César abertos na linha de 4 do meio e Wendel por dentro junto à Mancha e Rithely. O Furacão ainda teve a oportunidade de empatar desperdiçada por Cléo em cobrança de pênalti. Os paranaenses tentaram, mas esbarraram na compactação adversária e na própria falta de alternativas de movimentação ofensiva para chegar ao gol.
Nos flagrantes abaixo, observa-se alguns aspectos táticos apresentados pelas duas equipes:
Sport- 451 contra o CAP(1) Sport- 451 contra o CAP(2) Sport- Movimentação ofensiva contra o CAP(3) Sport- 451 contra o CAP(4)
No primeiro, terceiro e quarto flagrante, observa-se o balanceamento defensivo do Sport para o lado da bola, com 4 jogadores realizando esse movimento e sem a centralização do winger oposto para reduzir o espaço pelo meio, com o mesmo fixo individualmente no lateral adversário(no último flagrante o winger oposto ao do lado da bola não está acompanhando o lateral, mas também não participa da basculação defensiva, já que se prepara para cobrir o espaço paralelo à Renê na linha defensiva na grande área e encaixar em Marcelo, que se projeta naquele espaço). No segundo flagrante, observa-se a falta de intensidade/dedicação/participação defensiva de Diego Souza em situação que a bola cai pelo seu lado do campo. Marcelo recua um pouco para oferecer linha de passe vertical ao lateral-direito Sueliton e carrega Renê para fora da linha defensiva, enquanto que Sueliton busca a ultrapassagem para ocupar o espaço vazio e receber na frente. Diego Souza não acompanha o lateral nessa passagem(o mais lógico a se fazer pelo princípio do encaixe no setor) e exige a cobertura/compensação espacial de Rithely e de Danilo, de modo a gerar espaço pra posteriormente o próprio Marcelo vir em diagonal de fora pra dentro e receber de frente pra linha defensiva, em condições de arriscar de fora da área. No terceiro flagrante, acontece o mesmo. Diego Souza não dá combate efetivo em Sueliton e deixa bater lateral com lateral no 1×1, enquanto que Danilo fica atento para fazer a cobertura das costas de Renê, já que Marcelo dá sinais de que tentaria se projetar naquele espaço vazio. Nas duas primeiras imagens, também percebe-se um pouco da movimentação ofensiva do quarteto atleticano, com o winger do lado da bola abrindo pra trabalhar a jogada pelo flanco com o lateral, volantes sendo opção de reinício na intermediária ofensiva, o meia central buscando o posicionamento no entrelinhas, às costas dos volantes, Cléo fixo para dar profundidade e empurrar a linha defensiva para trás e o winger oposto fechando em diagonal e atraindo o lateral adversário.
Sport- 451 contra o CAP(3)
Em mais um exemplo, observa-se como a compensação espacial(diagonal de cobertura) dos volantes leoninos era bem feita. Bady se projeta para receber o passe nas costas de Renê na ponta-direita do ataque paranaense e atrai o zagueiro da esquerda(Durval) para a cobertura, enquanto que Marcos Guilherme centraliza pra atrair Patric, Cléo fecha no centro da área atraindo o zagueiro oposto e Marcelo busca dar opção de passe em profundidade no espaço vazio entre os dois zagueiros, mas Rithely faz bem a cobertura(princípio do encaixe no setor bem executado) e afunda com ele na linha defensiva.
Sport- Movimentação ofensiva contra o CAP(1) Sport- Movimentação ofensiva contra o CAP(2)
Na primeira imagem, Danilo faz a subida pelo flanco esquerdo, buscando a dobradinha com Diego Souza. Marcelo não volta recompondo o setor(o que comprova sua referência fixamente individual em Renê) e obriga o volante Devid a encostar na proximidade do setor da bola para travar a linha de passe mais próxima(Danilo) do portador da bola(Diego Souza). Na sequência da jogada, Diego Souza com sua qualidade/talento de passe e visão cirúrgica de jogo encontra Mike, que infiltra em diagonal curta, aproveitando o atraso do lateral-esquerdo Natanael pra fechar a cobertura por dentro e chega para cabecear no espaço paralelo ao zagueiro Cleberson. No segundo flagrante, Renê carrega em diagonal de fora pra dentro e Danilo faz a diagonal inversa para ocupar o espaço deixado pelo lateral na esquerda. Perceba a fixação individual do winger esquerdo paranaense em Patric, que espeta para dar amplitude pela direita e o winger permanece encaixado nele. Rodrigo Mancha recebe de frente pro gol paranaense e justamente no espaço entre os volantes e o winger esquerdo do Furacão. Ele encaixa o passe vertical para Joelinton, posicionado entre os zagueiros para gerar profundidade e prender os mesmos, que trabalha inteligentemente de costas pra marcação no pivô e aciona Mike(que centralizou para ser opção de passe entre as duas linhas de quatro adversárias e abrir o corredor direito pra Patric) que se projeta nas costas dos zagueiros na grande área e conclui pra defesa de Weverton. O ponta oposto leonino(Diego Souza) chega em diagonal esquerda-área pro rebote e acerta um belíssimo voleio para marcar.

 

Análise tática: Sport 2 x 2 Flamengo!

Diagrama tático inicial da partida.

  Diagrama tático inicial da partida.

Na Arena Pernambuco, viu-se um jogo de total domínio tático do Flamengo o tempo inteiro. Trabalhando bem a posse de bola e marcando compactadamente sem a mesma. Jogava e literalmente não deixava o Sport jogar. A vitória por 2 a 0 do time carioca já parecia definida quando veio um verdadeiro milagre. Realmente inacreditável, mostrando que o futebol é realmente surpreendente e que o jogo só termina quando o juiz dá o apito final. Danilo(de falta) e Mike fizeram os gols do Sport que empatou o jogo aos 46 minutos do segundo tempo.
O Flamengo foi num 4-3-3, que virava 4-1-4-1 em fase defensiva. Marcava com agressividade, negando espaços, caracterizando-se pela compactação curta, dificultando a circulação da bola e o passe vertical do portador da bola, fechando suas linhas de passe e tendo um jogador para pressioná-lo mais de perto e buscava compactar-se em bloco médio/baixo, postado predominantemente dentro da própria intermediária defensiva. O 4-1-4-1 de Vanderlei Luxemburgo fazia o encaixe perfeito no Sport, com Cáceres marcando individualmente o meia-central leonino(primeiro Ibson, depois Régis), Canteros fechando com Rodrigo Mancha, Márcio Araújo cuidando de Rithely, e Elton fazendo o para-brisa defensivo, enquanto que Everton e Nixon voltavam com os laterais pernambucanos, tendo referência fixamente individual nos mesmos, sem fechar por dentro para balancear com os outro quatro componentes da linha de meio quando a bola caía no flanco oposto.
Com a posse de bola, o ponta flamenguista do lado da bola abria pra trabalhar jogada com o lateral e o oposto infiltrava na diagonal pra dentro, atraindo o lateral, enquanto que Canteros e Márcio Araújo se posicionavam à frente da segunda linha adversária para ser opção de retorno de jogada do lado pro meio. O Flamengo fazia a bola rodar no ataque, chegava com força pelos lados, tinha velocidade na transição defesa-ataque e retomava a bola com certa facilidade em campo defensivo pela grande quantidade de erros de passe e tomadas de decisão por parte do time do Sport. Com a saída de Nixon, Vanderlei Luxemburgo abriu Márcio Araújo pelo flanco direito e colocou Muralha no meio-campo.
O Sport foi no 4-2-3-1, usando Wendel mais aberto pelo flanco esquerdo, Ibson por dentro e Joelinton mais avançado na função que vinha sendo feita por Diego Souza(não jogou contra o Flamengo por suspensão). Em fase defensiva, marcava no 4-4-2, com as linhas mais recolhidas em bloco baixo, curta distância entre as linhas de defesa e meio, e inicialmente com a linha de meio fazendo corretamente a gangorra(basculação) para o lado atacado, preferencialmente para a esquerda defensiva, já que o Flamengo tinha maior posse de bola ofensiva pelo setor direito. Quando a bola caía em tal setor, Felipe Azevedo largava o lateral e centralizar para o balanço defensivo, mantendo o alinhamento no meio-campo. Porém, quando Ibson passou a atuar mais aberto(quando Régis entrou no lugar do sonolento e estático Wendel e assumiu a faixa central da linha de 3), os wingers leoninos passaram a se fixar individualmente nos laterais flamenguistas, deixando espaços entre o winger oposto e os volantes quando a bola caía pela beirada do campo.
Ofensivamente, o Sport não conseguia reter posse de bola na frente, trabalhava com posse lenta, sem objetividade, muitos erros de passe, ausência de movimentação para a formação de linhas de passe próximas(principalmente pelo fato de que o portador da bola tinha todas as suas opções de passe encaixadas nos seus respectivos setores), falhava na transição entre os setores, impossibilitando que o Leão conseguisse ter estratégia propositora. Régis conseguiu dar um pouco mais de mobilidade e velocidade no meio procurando arrancadas no entrelinhas adversário pelo centro, vindo de frente pra encarar a linha defensiva adversária, porém, muito pouco. Joelinton saía da área e procurava ser opção de passe para proteger na parede, porém, a ausência de espaços quando ficava de costas, a lentidão para girar e tomar decisão, além da quantidade excessiva de finalizações em situações que se poderia tentar trabalhar jogada matavam o dinamismo e estragavam muitas jogadas.
No segundo tempo, o cenário não se alterava. Sport tentando propor o jogo, mas com dificuldades de criar espaços, ultrapassar a congestionada linha de meio flamenguista e chegar na área. Limitava-se a trocar passes lateralmente pela ausência de linhas de passe verticais, o que deixava o jogo sem dinamismo e dificultava que a equipe conseguisse esboçar uma reação. Eduardo Baptista tentou ter mais rapidez e intensidade pela esquerda com o jovem Mike na vaga de Ibson, porém, a substituição que foi a chave para a vitória foi a entrada de Danilo no lugar de Renê. O camisa 14(que é lateral-esquerdo de origem, mas vinha atuando como winger nos outros jogos) passou a atuar mais espetado pelo flanco esquerdo, buscando a infiltração no espaço paralelo à linha defensiva adversária quando Mike fazia a diagonal curta e juntamente com Patric, tratava de dar mais amplitude ao ataque, já que muitas vezes, os dois laterais atacavam simultaneamente, empurrando os wingers cariocas para trás. Em participação, Danilo foi decisivo. Fez o primeiro gol numa belíssima cobrança de falta e também demonstrou mobilidade no segundo gol ao sair pra fazer 1-2 com Patric no setor direito em jogada que terminou com a conclusão de Mike, que chegou na diagonal esquerda-área para marcar.
Nos flagrantes abaixo, pode-se notar alguns dos aspectos táticos apresentados por Sport e Flamengo nesta partida:

Flamengo- Encaixe de marcação no meio-campo Flamengo- Basculação defensiva(1) Flamengo- Basculação defensiva(2)

No primeiro flagrante, pode-se observar o encaixa perfeito do Flamengo no meio-campo. Elton faz o para-brisa defensivo e os duelos individuais: Everton x Patric, Márcio Araújo x Rithely, Canteros x Rodrigo Mancha e Nixon x Renê. No segundo e terceiro flagrante observa-se a fixação dos wingers nos laterais do Sport, tendo sua movimentação defensiva ocorrente em função da movimentação ofensiva dos seus homens a serem marcados. No último flagrante, também pode-se observar novamente o encaixe do meio-campo e a perseguição de Cáceres em cima de Régis, que busca a movimentação entre as linhas de defesa e meio adversárias.

 

Flamengo- Análise tática do gol(Nixon) Flamengo- Análise tática do gol(Márcio Araújo) No lance do primeiro gol carioca, o Flamengo faz a virada centro-esquerda para o lateral Léo nas costas de Renê. Wendel usa bem do princípio do encaixe no setor e cobre o espaço que foi atacado pelo seu homem a ser marcado(Léo), porém, não consegue interceptar o cruzamento. Elton fecha em diagonal curta na área, atraindo o zagueiro da direita(Ewerton Páscoa), enquanto que Durval fica sem referência individual de marcação na área. Márcio Araújo vem de trás como elemento surpresa(nenhum dos volantes leoninos sequer acompanhou sua chegada e/ou afundou com o mesmo na área), infiltrando no espaço vazio entre os dois zagueiros e antecipando-se ao goleiro Magrão para marcar. Ataque aos espaços e chegada na frente para conclusão sempre foram características de Márcio Araújo quando o mesmo atua mais avançado no meio-campo. O segundo gol se originou de um contragolpe flamenguista, com uma virada de jogo para João Paulo na esquerda. Felipe Azevedo não conseguiu recompor a tempo e deixou bater lateral com lateral(João Paulo x Patric) no 1×1. Elton atrai o zagueiro oposto(Durval) no centro da área e Nixon traça a diagonal curta, Renê não consegue acompanhá-lo e o ponta flamenguista cabeceia sem chances para Magrão.

Sport- Basculação defensiva contra o Flamengo(4) Sport- Basculação defensiva contra o Flamengo(3) Sport- Basculação defensiva contra o Flamengo(2) Sport- Basculação defensiva contra o Flamengo Nos três últimos flagrantes, observa-se o correto balanceamento defensivo em função da bola pra proteger o lado onde a pelota está com o time adversário, contando com a centralização do winger oposto. Detalhe para o terceiro flagrante onde percebe-se a boa execução do princípio do encaixe no setor pelo lado esquerdo da defesa, enquanto que Elton tenta dar profundidade e empurrar a linha defensiva para trás(assim como no segundo flagrante) e Patric encaixa no winger esquerdo flamenguista que faz o movimento de centralização quando a bola cai no lado oposto. No primeiro flagrante, observa-se o caso mais comum após o Sport sofrer o segundo gol. Somente três jogadores da linha de meio balanceiam defensivamente, enquanto que o winger oposto faz o encaixe fixo no setor em cima do lateral oposto.

Análise tática: Sport 0 x 1 Goiás!

Prancheta- Sport 0 x 1 Goiás.
Na Ilha do Retiro, Goiás e Sport também fizeram um jogo de bom nível tático. O rubro-negro teve maior domínio territorial e mais oportunidades na primeira etapa, porém, o Goiás passou a jogar com mais imposição de estilo e na intermediária ofensiva do Sport no segundo tempo, e sabendo aproveitar a chance, bateu os donos da casa por 1 a 0, com gol de Esquerdinha.
O Sport foi no mesmo 4-2-3-1 do jogo contra o Botafogo, tendo apenas a volta de Durval à zaga. Tentava propor o jogo, movimentar-se para criar espaços vazios a serem atacados e chegar com força pelos lados do campo, principalmente pela direita com Felipe Azevedo buscando as investidas direcionadas à linha de fundo nas costas do lateral-esquerdo Felipe Saturnino. Sem a posse de bola, marcava no 4-4-2 em linhas, deixando Ibson e Diego Souza mais à frente. Posicionamento defensivo predominantemente em bloco baixo, linhas postadas dentro da própria intermediária defensiva e balanceando corretamente para o lado da bola, com a centralização do winger oposto para bascular com a linha de meio. Nos flagrantes abaixo, observa-se algumas movimentações ofensivas interessantes apresentadas pelo Leão da Ilha nessa partida:
Diego Souza recua para receber na intermediária ofensiva e carrega um dos zagueiros do Goiás para bem longe da linha defensiva. Deu o lançamento para Felipe Azevedo, que conquistou a vitória pessoal pra cima de Felipe Azevedo e atraiu o zagueiro do lado esquerdo pra cobertura, enquanto que Ananias fecha em diagonal pra área e atrai o lateral-direito Felipe Macedo, gerando o espaço ao centro, que deveria ser ocupado numa tendência natural pelo zagueiro da direita, porém, este saiu para caçar Diego Souza no meio-campo. Ibson aprofunda ao centro e inteligentemente entra na área para atacar o vazio, e o volante David não consegue acompanhá-lo até o final.

Diego Souza recua para receber na intermediária ofensiva e carrega um dos zagueiros do Goiás para bem longe da linha defensiva. Deu o lançamento para Felipe Azevedo, que conquistou a vitória pessoal pra cima de Felipe Azevedo e atraiu o zagueiro do lado esquerdo pra cobertura, enquanto que Ananias fecha em diagonal pra área e atrai o lateral-direito Felipe Macedo, gerando o espaço ao centro, que deveria ser ocupado numa tendência natural pelo zagueiro da direita, porém, este saiu para caçar Diego Souza no meio-campo. Ibson aprofunda ao centro e inteligentemente entra na área para atacar o vazio, e o volante David não consegue acompanhá-lo até o final.

Felipe Azevedo novamente ganha no 1x1 contra Felipe Saturnino e balança a linha defensiva do Goiás, atraindo o zagueiro da cobertura, enquanto que novamente Ananias fecha no facão pra atrair o lateral da cobertura por dentro. Diego Souza posiciona-se mais afastado da linha defesa goiana e vem de trás para ser opção de passe para Felipe Azevedo. Talvez a melhor alternativa para Diego Souza seria ocupar o imenso espaço vazio deixado entre os dois zagueiros na grande área, pois poderia receber em melhores condições para marcar.

Felipe Azevedo novamente ganha no 1×1 contra Felipe Saturnino e balança a linha defensiva do Goiás, atraindo o zagueiro da cobertura, enquanto que novamente Ananias fecha no facão pra atrair o lateral da cobertura por dentro. Diego Souza posiciona-se mais afastado da linha defesa goiana e vem de trás para ser opção de passe para Felipe Azevedo. Talvez a melhor alternativa para Diego Souza seria ocupar o imenso espaço vazio deixado entre os dois zagueiros na grande área, pois poderia receber em melhores condições para marcar.

O mesmo movimento que Ananias fazia quando a bola caía no flanco direito, ocorre com Felipe Azevedo quando a bola caía na esquerda. Ele fechava em diagonal pra área pra atrair o lateral e ser opção pro cruzamento junto com Diego Souza(que no lance entra na área vindo de trás), só que posicionando-se mais para a segunda trave.

O mesmo movimento que Ananias fazia quando a bola caía no flanco direito, ocorre com Felipe Azevedo quando a bola caía na esquerda. Ele fechava em diagonal pra área pra atrair o lateral e ser opção pro cruzamento junto com Diego Souza(que no lance entra na área vindo de trás), só que posicionando-se mais para a segunda trave.

Felipe Azevedo fica bem aberto na lateral e aciona Patric, que entra na diagonal curta no espaço entre Felipe Saturnino e o zagueiro da esquerda, que sai para a cobertura. Ananias atrai o lateral oposto e Diego Souza "prende" o zagueiro da direita, deixando um grande espaçamento entre os dois zagueiros. Ibson novamente aprofunda e infiltra no espaço vazio na área.

Felipe Azevedo fica bem aberto na lateral e aciona Patric, que entra na diagonal curta no espaço entre Felipe Saturnino e o zagueiro da esquerda, que sai para a cobertura. Ananias atrai o lateral oposto e Diego Souza “prende” o zagueiro da direita, deixando um grande espaçamento entre os dois zagueiros. Ibson novamente aprofunda e infiltra no espaço vazio na área.

Ibson balanceia ofensivamente para o lado esquerdo para tabelar com Renê e Ananias fecha em diagonal para o meio, "trancando" o zagueiro da direita, enquanto que Diego Souza prende o zagueiro da esquerda e Felipe Azevedo atrai o lateral-esquerdo Lima para gerar o corredor pra Patric aparecer e ser opção de virada de jogo(porém, no lance, foi bem acompanhando individualmente por Samuel). Renê carrega o lateral-direito Felipe Macedo um pouco para fora do setor e Ibson faz a diagonal de ruptura no espaço aberto pela movimentação de Ananias, recebendo em boas condições para concluir em gol, já que novamente David não consegue acompanhá-lo até o fim.

Ibson balanceia ofensivamente para o lado esquerdo para tabelar com Renê e Ananias fecha em diagonal para o meio, “trancando” o zagueiro da direita, enquanto que Diego Souza prende o zagueiro da esquerda e Felipe Azevedo atrai o lateral-esquerdo Lima para gerar o corredor pra Patric aparecer e ser opção de virada de jogo(porém, no lance, foi bem acompanhando individualmente por Samuel). Renê carrega o lateral-direito Felipe Macedo um pouco para fora do setor e Ibson faz a diagonal de ruptura no espaço aberto pela movimentação de Ananias, recebendo em boas condições para concluir em gol, já que novamente David não consegue acompanhá-lo até o fim.

Ananias(que no lance caiu mais pelo setor direito), fez a diagonal curta pra criar uma linha de passe mais próxima à Patric, o portador da bola, carregando o zagueiro da esquerda pra fora do setor e "limpando" a zona para Patric buscar o passe diagonal para o pivô de Neto Baiano na área ou uma possível tabela/1-2 com o mesmo.

Ananias(que no lance caiu mais pelo setor direito), fez a diagonal curta pra criar uma linha de passe mais próxima à Patric, o portador da bola, carregando o zagueiro da esquerda pra fora do setor e “limpando” a zona para Patric buscar o passe diagonal para o pivô de Neto Baiano na área ou uma possível tabela/1-2 com o mesmo.

O Goiás também posicionou-se no 4-2-3-1, marcando em duas linhas de quatro, porém, adotando proposta de jogo reativa/contragolpista, posicionando-se defensivamente com alternância de bloco médio para baixo e com referência fixamente individual dos wingers Samuel e Thiago Mendes nos laterais do Sport. Nos contra-ataques, tentava usar bastante da dobra em cima da marcação, sempre com um jogador ultrapassando nas costas do jogador rubro-negro que estava marcando o portador da bola mais de perto, para ser opção de esticada/passe em profundidade ou simplesmente distrair o marcador, dando mais espaço e tempo para o homem da bola progredir/carregar em sentido diagonal de fora pra dentro.
No primeiro tempo, o time goiano teve dificuldades para encaixar o contragolpe, mas passaram a ter mais força transicional na segunda etapa, onde passaram a adiantar mais a marcação, avançando suas primeiras linhas para negar espaço a partir da intermediária defensiva do Sport, subindo os encaixes e contando com o “para-brisa” de Erik na tentativa de pressionar os zagueiros leoninos. Com essas subidas de pressão, o Esmeraldino bloqueava a transição do Sport da defesa para o ataque e forçava o lançamento longo na ligação direta, já que os homens de frente pouco se movimentavam para criar linhas de passe próximas, compactar em campo defensivo na saída de bola e tentar uma saída mais limpa e organizada. O Goiás ganhava a maioria das primeiras e segundas bolas e passava a jogar com mais intensidade, movimentação, tomando a bola com mais facilidade, explorando a lenta transição defensiva do Sport quando o time pernambucano perdia a posse de bola para acelerar os contragolpes, criando mais espaços e tendo mais agressividade com a bola nos pés. Ricardo Drubscky inverteu o posicionamento de Thiago Mendes e Samuel, colocou Lima no lugar de Felipe Saturnino para dar mais equilíbrio e consistência defensiva na lateral-esquerda e passou a usar mais da flutuação de Esquerdinha, que balanceava para os lados, buscava a recepção em espaços mortos pelo meio e progredia verticalmente procurando o drible, arrancada e aproximação pelo meio. Erik se posicionava no limite da linha de zagueiros do Sport, mas procurava os deslocamentos em diagonais curtas pros lados, buscava ser opção de passe nas costas do marcador do homem da bola e com suas movimentações também abria espaços no sistema defensivo adversário, como pode-se observar na situação abaixo:
Goiás tinha a bola pela esquerda e Lima centralizou a jogada com Esquerdinha, que posicionou-se no espaço morto gerado pelo balanceamento defensivo de Rodrigo Mancha para o setor da bola, já que Ronaldo se atrasou na recomposição defensiva pelo meio. Erik se posiciona no limite da linha dos zagueiros e faz a diagonal curta centro-esquerda entre Henrique Mattos e Durval, atraindo este último para fora do setor e gerando o espaço para Esquerdinha progredir verticalmente em alta velocidade no entrelinhas rubro-negro e chegar na entrada da área para concluir em gol.

Goiás tinha a bola pela esquerda e Lima centralizou a jogada com Esquerdinha, que posicionou-se no espaço morto gerado pelo balanceamento defensivo de Rodrigo Mancha para o setor da bola, já que Ronaldo se atrasou na recomposição defensiva pelo meio. Erik se posiciona no limite da linha dos zagueiros e faz a diagonal curta centro-esquerda entre Henrique Mattos e Durval, atraindo este último para fora do setor e gerando o espaço para Esquerdinha progredir verticalmente em alta velocidade no entrelinhas rubro-negro e chegar na entrada da área para concluir em gol.

O Sport perdeu em criatividade e dinâmica com a saída de Ibson. Eduardo Baptista recuou Diego Souza para a meia-central do 4-2-3-1, deixando Neto Baiano na referência do ataque, com Ananias mais aberto pela direita e Erico Junior pela esquerda, porém, com a entrada de Danilo na vaga de Ananias, Erico Junior foi para a direita, enquanto que Danilo entrou pra fazer a esquerda na linha de 3. Apostando em velocidade, Eduardo Baptista não teve êxito em suas tentativas e encontrou muitas dificuldades para furar o compacto e fechado sistema defensivo do Goiás, que lhe negava espaços à penetração e buscava a saída em velocidade na transição. No final, o Goiás aproveitou a oportunidade e marcou com Esquerdinha, aproveitando a falha do lateral-esquerdo Renê na cobertura dos zagueiros na área.

 

 

Análise tática: Sport 1 x 2 Vitória!

Prancheta- Sport 1 x 2 Vitória.

O Sport somou mais uma derrota no Campeonato Brasileiro e deixou o grupo dos 10 primeiros colocados pela primeira vez. Desta vez, foi derrotado pelo seu algoz da Copa Sul-Americana, o Vitória, dentro da Ilha do Retiro por 2 a 1.

O Leão da Ilha entrou no habitual 4-2-3-1, só que usando Diego Souza novamente na referência. O camisa 87 mais uma vez não conseguiu dar a mobilidade necessária no setor ofensivo. O gol do time baiano aos 49 segundos de jogo acabou quebrando/alterando toda a estratégia e planejamento de Eduardo Baptista para a partida. O Sport demonstrou dificuldades na transição entre os setores, com muitos erros de passes e saída de bola, além da recomposição/transição defensiva lenta, demorando a fechar-se totalmente atrás da linha da bola e balancear para o lado atacado com suas duas linhas de quatro, postadas em bloco baixo, dentro da própria intermediária, dando espaços para a progressão adversária e sem agressividade/indução ao erro na marcação.

Ofensivamente, Ibson circulava e balanceava do centro pra esquerda, podendo inverter com Ananias e formar um pequeno triângulo no setor com o último citado e Renê. Enquanto que Patric fechava por dentro quando a bola caía no lado oposto e ia no facão em diagonal pra área para atrair o lateral do lado oposto ao da bola que fechava na cobertura por dentro. Diego Souza ficava mais fixo entre os zagueiros pra bola aérea, o que de certo modo limitava sua participação, já que saindo mais da área e carregando marcadores para fora do setor original, certamente teria mais utilidade, pois abriria espaços pras infiltrações de Patric em diagonal nos espaços vazios. Porém, tirando Patric, o setor ofensivo do Sport não tinha um jogador atacador de espaços da última linha adversária. Abaixo, duas movimentações do time pernambucano:

Sport- Movimentação ofensiva contra o Vitória(1)

Ibson balanceou ofensivamente pra esquerda, formando uma sociedade triangular com Renê e Ananias, que infiltrou nas costas do lateral como opção de passe em profundidade para o portador da bola(Ibson). Nesse instante, Diego Souza atrai o lateral-esquerdo adversário na área e tenta a diagonal curta no espaço entre ele e um dos zagueiros. Patric deixa o lado direito e fecha por dentro pra gerar o corredor pra Vitor, que no lance, já estava sendo acompanhado individualmente por Vinicius.

Análise tática- Gol do Sport(Diego Souza)

No lance do gol leonino, o lateral-esquerdo Juan foi subir pressão ao centro na intermediária, distante da linha defensiva baiana. Patric apresentou-se no espaço vazio e recebeu o passe com liberdade, balançando a defesa do Vitória. Ibson fez o movimento fechando pra dentro da área pra atrair o zagueiro e Diego Souza traçou a diagonal pra segunda trave para completar.

Dentro da sua proposta de jogo, o Vitória trabalhou com inteligência em suas ações. Jogo reativo, buscando a saída em velocidade no contragolpe 4-4-2 em linhas compacto sem a bola, bloco baixo, negando espaços da linha de meio-campo pra trás, marcação ativa dentro do próprio campo, com Marcinho voltando à direita pra fechar o primeiro combate no setor, deixando Edno e Dinei mais à frente. Os wingers do Vitória fixavam-se individualmente nos laterais do Sport e defensivamente apenas o acompanhavam e dentro do setor, enquanto que os dois volantes basculavam para o lado da bola. Com a bola, Marcinho centralizava pra armar o jogo, cadenciar, ajudar na circulação da bola e trabalhar a posse com as linhas de passe próximas, enquanto que Vinicius buscava o drible pra cima de Vitor e explorar as costas do mesmo. Edno e Dinei também eram usados para prender/reter posse de bola em campo ofensivo, deslocando-se para os lados do campo para receber passe vertical em profundidade, fazendo o trabalho de costas pra marcação no pivô(na maioria das vezes eram mais rápidos no deslocamento e chegavam na frente dos zagueiros da equipe pernambucana) e ganhando boa parte dos lançamentos vindo dos zagueiros e do goleiro Gatito Fernández nas ligações diretas. Reter a bola no ataque também era uma forma de neutralizar o jogo, aproveitar o nervosismo adversário e ao mesmo tempo jogá-lo para longe do campo defensivo baiano. Abaixo, um pouco do posicionamento/movimentação do ataque do Vitória na situação de jogo que originou o gol de Dinei:

Análise tática- Gol do Vitória(Dinei).

Vinicius fecha em diagonal pra área, topando com Henrique Mattos na primeira trave, enquanto que Juan ataca o corredor esquerdo e chega no fundo pra cruzar. Edno fica no centro da área encaixado por Durval e Dinei tenta pular às costas de Renê na segunda trave, no espaço entre ele e Durval.

Na segunda etapa, o Vitória recuou ainda mais suas linhas, porém, perdeu a efetividade nos contragolpes. E o Sport tentou melhorar sua dinâmica recuando Patric pra lateral-direita e colocando Felipe Azevedo mais avançado pela direita. Também tirou Diego Souza para a entrada de Neto Baiano(substituição muito criticada pela torcida) e tentou melhorar a criatividade e chegada à frente com Zé Mário alinhando-se à Rithely no lugar de Wendel no meio-campo. Porém, o time leonino esbarrou na própria falta de criatividade e eficiência nas fases finais de conclusão. Talvez, recuar Diego Souza para a meia-central do 4-2-3-1 e dar mais liberdade de flutuação do mesmo a partir do entrelinhas tivesse sido uma boa alternativa. Merecido triunfo do Vitória, que jogou com inteligência estratégica para construir e assegurar o resultado.

 

Análise tática: Chapecoense 3 x 1 Sport!

Prancheta- Chapecoense 3 x 1 Sport.

Na estreia de Jorginho no comando da Chapecoense, o Verdão do Oeste venceu o Sport por 3 a 1 na Arena Condá, contando com dois gols do zagueiro Douglas Grolli. O time catarinense mostrou mais consistência defensiva e melhor definição e execução de seu plano de jogo para garantir o resultado. 
 
O 4-2-3-1 do Sport buscava o ataque com mais densidade pelo flanco esquerdo, buscando a superioridade numérica no setor, com a aproximação de Ibson ou Wendel para tabelar ou oferecer linha de passe(inclusive nas cobranças de lateral). Inicialmente tentava propor o jogo e encontrava espaços para a progressão em campo ofensivo, porém, passou a ter dificuldades de criar espaços e progredir com perigo quando a Chapecoense acertou a marcação. 
 
Sem a bola, o Leão da Ilha fechava duas linhas de quatro, deixando Felipe Azevedo e Ibson mais à frente, assim como no jogo contra o Santos. Porém, diferentemente da partida diante do Peixe, o Sport não adiantou a marcação para bloquear espaços na saída de jogo adversária e forçar o erro. Marcava em bloco baixo, sem agressividade na marcação, dando espaços para a progressão adversária na intermediária defensiva rubro-negra e os wingers muitas vezes se limitavam a marcar os laterais dentro do setor, de modo que não centralizavam para fazer o balanceamento da linha de meio para o lado atacado quando a bola estava no flanco oposto. Assim, a Chapecoense encontrava espaços para virar o jogo principalmente da direita para a esquerda, com Tiago Luis ocupando o espaço paralelo aos volantes leoninos, recebendo muitas vezes de frente para a linha defensiva e com liberdade para arriscar de fora da área. 
 
A Chapecoense se postava num 4-3-1-2 losango, marcando em bloco médio/baixo, com 7 jogadores participando mais ativamente da marcação, tripé de volantes basculando de acordo com a movimentação da bola para proteger o lado atacado, tentando reduzir os espaços do portador da bola e travar as linhas de passe próximas. Se o Sport tivesse utilizado das trocas de lado e inversões da esquerda pra direita com mais rapidez, talvez tivesse encontrando mais espaços para chegar ao gol adversário, já que os volantes adversários balanceavam para o lado da bola e o tridente ofensivo formado por Camilo, Tiago Luis e Leandro praticamente não participava da fase defensiva, logo, o Sport teria grande possibilidade de fazer 2×1 na virada com Patric e Erico Junior pra cima de Rodrigo Biro. Quando o Leão da Ilha atacava pela esquerda, Felipe Azevedo se deslocava dava opção de enfiada por cima mais à frente pelo lado ou buscava o entrelinhas para a recepção do passe curto em diagonal, às costas dos volantes catarinenses. Porém, na maioria das vezes, não conseguia dar continuidade à jogada na ponta, e ao centro, um dos zagueiros deixava a linha defensiva e saía na caça setorial curta ao atacante rubro-negro, que em quase todas as vezes recebia de costas pra marcação e não conseguia fazer o giro. 
 
Nas ligações diretas do Sport, a Chapecoense ganhava quase todas as primeiras bolas pelo fato da altura de seus zagueiros ser incomparavelmente maior à de Felipe Azevedo(1.74), que foi usado novamente por Eduardo Baptista mais à frente. Também ganhava a maioria das segundas bolas e rebotes ofensivos na intermediária, já que os volantes do Sport ficavam muito distantes e muitas vezes não saíam pra disputa, de forma que a bola quase sempre caía nos pés dos volantes da Chape, que já tinham a opção de iniciar a transição defesa-ataque. No ataque catarinense, Leandro tinha muita mobilidade. Saía bastante da área, procurava os lados do campo, dava opção de esticada, fazia o pivô, protegia bem de costas pra marcação usando de sua estatura e força física, buscava as aproximações. Tiago Luis gostava de circular por dentro, caindo pela meia-esquerda e transitando entre as linhas de meio e ataque. 
 
Após o gol de Douglas Grolli no final do primeiro tempo, Eduardo Baptista voltou com Vitor no lugar de Erico Junior. O camisa 2 atuou na lateral e Patric foi avançado para fazer o lado direito da linha de 3 do 4-2-3-1, assim como na volta do primeiro pro segundo tempo do jogo com o Santos. Porém, a Chapecoense marcou logo aos 17 segundos da segunda etapa, numa aparição de Leandro chegando à linha de fundo pelo lado direito do ataque e Tiago Luis se projetando na área e aparecendo na segunda trave para concluir, aproveitando a falha de Vitor na cobertura dos zagueiros por dentro. 
 
O gol quebrou a estratégia do Sport e a Chapecoense adotou proposta reativa, recuando suas linhas, compactando-se e fechando os espaços na intermediária, e procurando a saída em velocidade no contragolpe ou retenção de bola em campo ofensivo com a movimentação e a parede de Leandro. O Sport tinha dificuldades para criar e faltavam alternativas para atacar. Limitava-se a trocar passes lateralmente e tentar abrir o jogo do centro pro lado e cruzar na área, porém, os cruzamentos eram facilmente cortados. Ibson passou a recuar mais para buscar bola com os volantes em campo defensivo e tentar ajudar na organização da saída de bola. O Leão da Ilha ainda conseguiu descontar de pênalti com Felipe Azevedo, num lance em que Patric fechou em diagonal pra área quando a bola caiu no lado oposto. Movimento este que também foi bem executado contra o Santos. Porém, depois do gol, não conseguiu mais sequer reter bola no ataque para tentar agredir o adversário. E no final, a Chapecoense fez mais um com Douglas Grolli, aproveitando a escorada na segunda trave em jogada ensaiada numa falta cobrada por Camilo. 

Análise tática: Náutico 2 x 1 Ceará!

Prancheta- Náutico 2 x 1 Ceará.

Na vitória por 2 a 1 contra o Ceará, o Náutico foi no 4-3-3, sem referência fixa no comando de ataque, geralmente com Crislan mais aberto pela direita e Cañete mais pelo centro. Tinha proposta reativa, num sistema bem fechado, compactando-se em bloco médio/baixo, normalmente na própria intermediária no 4-1-4-1, negando espaços e buscando a saída em velocidade no contragolpe. Por vezes tentava apertar a marcação para dificultar a transição cearense, normalmente com Vinicius pressionando alto os volantes adversários pela faixa central.

 Caracterizava-se pela intensidade e velocidade na transição defesa-ataque, saindo com muita rapidez após a recuperação de bola em campo defensivo. Crislan entrava na diagonal e Rafael Cruz atacava o corredor e era opção para virar o jogo e abrir o campo. Cañete saía da área para buscar jogo e dar opção de passe curto ao portador da bola e abria pelos flancos, enquanto que outros ocupavam o espaço mais à frente e topavam com a linha defensiva cearense. Principalmente Crislan quando ia de fora pra dentro e Vinicius, que chegava muito na área, carregava a transição pelo meio e participava ativamente das ações ofensivas, movimentando-se intensamente e circulando entre as linhas de meio e ataque muitas vezes. Um dos gols alvi-rubros veio de uma saída rápida da defesa para o ataque, onde Sassá se movimentou inteligentemente, projetando-se no facão em diagonal e aparecendo às costas da linha defensiva do Ceará para concluir. A proposta reativa do Timbu foi reforçada após o primeiro gol da equipe. Nos escanteios defensivos, o Náutico marcava individualmente no bolo da área, com um jogador(Vinicius) marcando a zona na primeira trave.
O Ceará se posicionou no habitual 4-4-2 em linhas, porém, pela necessidade de propor o jogo e tentar atacar/agredir o Náutico, acabou deixando muitos espaços na intermediária defensiva. Troca de ação ofensiva-defensiva e transição ataque-defesa com muita lentidão, e sistema defensivo exposto aos agudos e acelerados contra-ataques pernambucanos. Nem de longe lembrava aquele Ceará da Copa do Brasil, que tinha como principais virtudes a agressividade na marcação independente da altura dos blocos, compactação curta e balanceamento perfeito das linhas para o lado atacado. Porém, era até previsível que isso fosse acontecer pelas circunstâncias do jogo.
O jogo do Vozão era de posse e progressão em campo ofensivo. Virava bem o jogo da direita para a esquerda, com Nikão abrindo pra trabalhar com Samuel Xavier pelo lado da bola, Eduardo fechando por dentro na intermediária ofensiva, enquanto que Vicente atacava o espaço no setor esquerdo e cruzava procurando a movimentação de Bill entre os zagueiros para a escorada. Em situações em que Ricardinho era o portador da bola e não sofria pressão mais próxima de jogadores alvi-rubros, o Ceará conseguia ter mais criatividade, usando da inteligência, visão de jogo e qualidade na enfiada do camisa 8. Ricardinho procurava a movimentação de Magno Alves no entre-linhas, dando opção para tentar a recepção às costas dos volantes. Em uma ocasião, Ricardinho deu um lançamento vertical buscando a ruptura nas costas da defesa do Náutico. Bill traçou a diagonal curta, se projetou às costas dos zagueiros porém, não conseguiu concluir bem em gol.
A entrada de Lima no lugar de Bill na segunda etapa, deu mais mobilidade ao ataque do Ceará. Lima procurava espaços para fazer o pivô, buscava o entrelinhas para tabelar e oferecer linha de passe e escorava bem a primeira bola nas ligações diretas. O Náutico recuou ainda mais suas linhas, se fechando em campo defensivo e procurando retenção de bola quando estava em campo ofensivo. Os cearenses ainda descontaram com Magno Alves, porém, não conseguiram o empate.